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Bravo GRC implementa plataforma SAI360 para gerenciar os principais riscos da Nexa

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Mineradora implementa sua metodologia de ERM em uma única plataforma de governança.

A Bravo GRC, RiskTech líder em prover soluções estratégicas de alto impacto em GRC (Governança, Gestão de Riscos e Compliance) e ESG (Environmental, Social and Corporate Governance), concluiu a implementação da plataforma de GRC SAI360, da líder mundial Sai Global, na mineradora Nexa, embarcando de forma integrada a estrutura de ERM (Enterprise Risk Management) da companhia.

Segundo a analista de Riscos da Nexa, Mariana Saran Ferreira de Castro, o SAI360 possibilitou a migração de um trabalho manual, dependente de planilhas, para um processo dentro da plataforma. “O ano de 2020 foi muito desafiador. Com a pandemia, as visitas a campo foram canceladas, e a atualização dos riscos já teria que acontecer remotamente. O sistema ficou pronto e toda a reavaliação de riscos foi feita no SAI360, assim como a atualização de status dos planos de ação e a inserção de novos riscos na matriz. Um treinamento foi dado aos nossos pontos focais de cada unidade/área para que eles mesmos pudessem fazer o processo”, detalhou.

A profissional ainda destacou a eficiente interface entre os times da Bravo GRC e da Nexa. “Primeiro apresentamos nosso processo as is e depois desenhamos juntos o processo to be. Enviamos o modelo de relatório que era usado para que a sua extração pudesse ser feita automaticamente com as informações imputadas na plataforma. Para acompanhamento do projeto, fizemos reuniões semanais em que apresentávamos o status e as principais pendências e dificuldades encontradas”.

Antes, a equipe de Riscos da Nexa dedicava grande parte do trabalho consolidando as informações, atualizando gráficos e traduzindo para três idiomas (Português, Inglês e Espanhol). “A chegada do SAI360 trouxe mais rapidez e inteligência ao processo”, apontou Mariana. A mineradora buscou sistematizar seu processo para focar os esforços na estratégia do negócio e tornar a gestão de riscos corporativos uma grande apoiadora na tomada de decisão da liderança. “Queremos ser benchmarking no tema e trazê-lo cada vez mais próximo das áreas usuárias, garantindo uma estrutura organizacional que empodere os empregados na gestão de riscos”.

O principal ponto positivo identificado foi o desenvolvimento de uma inteligência em gestão de riscos. “Já estamos sendo reconhecidos por nossos stakeholders como impulsionadores e aliados, promovendo troca de conhecimento e integração das áreas e processos”, pontuou a analista de Riscos.

Potencializar a gestão de riscos corporativos

Ao implementar o SAI360 na Nexa, a Bravo GRC tinha como objetivo potencializar a gestão de riscos corporativos. Por meio de avaliações periódicas de riscos, os gestores responsáveis passam assim a informar o nível de exposição ao risco à área de ERM (Enterprise Risk Management). Os riscos mais críticos geram planos de ação que, por sua vez, são acompanhados por ERM para assegurar que eles estejam sendo mitigados ou pelo menos mantidos a níveis adequados.

Em complemento ao monitoramento, foi implementada a gestão de KPIs e KRIs para potencializar o alcance e profundidade da área de ERM. “Percebemos que poderíamos aprimorar e apoiar muito a forma de trabalho da Nexa, levar o máximo para dentro da tecnologia, do meio, eliminando retrabalhos. Indo ainda mais adiante, criamos, em conjunto com o cliente, a visão de uma metodologia de ERM robusta, consolidada e dinâmica, além de pavimentarmos a jornada para a evolução da governança. Neste cenário, os  diversos indicadores poderão inclusive compor todo o driver de ESG da companhia”, detalhou Claudinei Elias, CEO e Fundador da Bravo GRC.

Com o SAI360, a área de ERM dispõe de uma plataforma poderosa de coleta de informações corporativas, as quais são processadas automaticamente, gerando dashboards e relatórios em tempo real, em apenas um clique. Comunicações automatizadas e alertas de pendências de resposta dos usuários auxiliam ainda mais o gerenciamento, economizando mais tempo da área.

Ao fornecer uma ferramenta dedicada a atendê-los, disponibilizando todas as informações ao gestor de forma simples e amigável, a Bravo GRC, com a utilização do SAI360, se torna uma facilitadora de engajamento e promove a transformação cultural do ponto de vista de governança.

“A Bravo GRC trouxe para a Nexa a sua experiência em projetos complexos de ERM, GRC e ESG. Temos conhecimento sobre as melhores formas de implementação de metodologias, formas de trabalho e formas de apresentação de dados por meio dediversos mecanismos disponíveis na tecnologia, como dashboard, relatórios e outros. Levamos ao cliente inteligência para tornar o dia das áreas mais fluído. Promovemos uma governança que revoluciona o amanhã; com ações no presente, construímos um grande futuro”, finalizou Elias.

Sobre a Nexa

A Nexa Resources é uma das maiores mineradoras de zinco do mundo, além de produzir cobre e chumbo. Atua há mais de 60 anos nos segmentos de mineração e metalurgia, com operações localizadas no Brasil e no Peru e escritórios em Luxemburgo e Estados Unidos, fornecendo seus produtos para todos os continentes do mundo. Seus colaboradores atuam, todos os dias, focados na construção da mineração do futuro, para ser cada vez mais sustentável, inovadora e com as melhores práticas de segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente. Desde 2017, suas ações são negociadas nas Bolsas de Valores de Nova York e Toronto, sendo seu acionista majoritário a Votorantim S.A.

Para mais informações, acesse: http://www.nexaresources.com

Sobre a Bravo GRC

A Bravo GRC é uma risktech líder na implementação de soluções robustas para Governança, Riscos e Compliance (GRC).

Com 15 anos de experiência e atuação somados ao core business de GRC, seu portfólio oferece tecnologias para Gestão de Riscos Corporativos (ERM), Environmental, Social and Governance (ESG), Cyber Security e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Por meio de soluções inovadoras e transformadoras, a Bravo GRC visa descomplicar a tecnologia e aplicar metodologias eficientes para garantir transparência e proteger, com responsabilidade e resiliência, todos os stakeholders, a sociedade, o planeta e o lucro das organizações. Para isso, desenvolve processos de cocriação e coinovação com os clientes, envolvendo inteligência em riscos e governança em prol do seu propósito.

Baixe este case aqui.

Guia Rápido ESG

ESG: por onde começar?

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Elencamos os conceitos e indicadores que você precisa ficar de olho para entender sobre o assunto

O ESG ganhou força nos últimos anos. Para que você possa entender mais sobre o que está por trás destas três letras e pensar em estratégias de sustentabilidade que se adequem ao perfil da sua organização, elencamos referências conceituais e indicadores que precisam fazer parte da sua agenda.

A Bravo Research, nosso braço de pesquisa qualificada de GRC e ESG, preparou um guia rápido com as principais informações relacionadas ao tema que irá te ajudar a entender mais sobre essas 3 letras importantes para nosso futuro.

Conheça mais sobre o assunto e baixe o nosso conteúdo especial que vai te ajudar a ficar cada vez mais informado sobre o mundo ESG aqui.

ESG: O chamado para a liderança

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*Por Suelen A. da Silva e Gabriel Cardoso de Mello

Qual é a utilidade de uma casa se não temos um planeta tolerável para colocá-la?

Apesar dessa citação de Henry David Thoreau ter sido feita há mais de 100 anos (“What is the use of a house if you haven’t got a tolerable planet to put it on?”), trata-se de uma preocupação atual que traz questões relacionadas ao ESG (do inglês Environment, Social and Governance) cada vez mais para o centro das discussões. 

Essas três letras, ESG, são os blocos de construção para uma nova realidade de gestão para as empresas que têm como parte do seu processo de avaliação de riscos e de tomada de decisão, a pauta socioambiental.

Os motivos para a alavancagem do assunto são muitos, mas podemos citar a pressão vinda do mercado europeu em forma de regulamentações – Regulamento de Divulgação de Finanças Sustentáveis ​​(SFRD; Regulamento 2019/2088) e Regulamento de Taxonomia de Sustentabilidade (STR; Regulamento 2020/852) – as quais fizeram com que o assunto ganhasse força e se refletisse cada vez mais aqui, nas empresas brasileiras.

É conhecido que a Europa dita tendências em assuntos de sustentabilidade e que a responsabilidade socioambiental nos países em desenvolvimento como o Brasil é diferente dos países desenvolvidos, por possuir um diferente nível de desenvolvimento das regulamentações locais, da economia e da maturidade da gestão nas empresas e na sociedade civil. Nesse contexto, o desafio da liderança no Brasil é grande: associar a produtividade aos padrões internacionais e lidar com falhas de infraestutura legal e de governos.

Aproveitando o bonde do assunto da sustentabilidade, as empresas estão procurando um posicionamento para aderir ao tema. Grandes players entraram na onda e lançam mão de estratégias para abraçar o assunto, seja em forma de ações com efeito publicitário (greenwashing), ou com ações genuínas que realmente buscam as transformações desejadas pela sociedade.

A dificuldade da liderança em se posicionar e desenvolver sobre o tema socioambiental nos negócios tem a ver com os desafios de uma necessária mudança comportamental e da forma como pensamos. O que não está perene nas práticas da empresa ou na cultura organizacional se torna uma ação pontual de gestão complexa, que dificilmente será enquadrada no dia a dia da empresa.

Como resultado, podemos elencar as inúmeras ações de empresas realizadas após escândalos na esfera socioambiental que repercutem negativamente fora e dentro do País, levando a perdas financeiras e reputacionais. A questão não é ser ou não ESG, mas como fazer estas letrinhas terem participação genuína nas empresas, fazendo parte de suas estruturas e criando valor para os seus stakeholders.

O que a alta liderança tem a ver com isso?

Um pesquisa publicada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) – “GNDI 2020-2021 Survey Report – Board governance during the Covid-19 crisis: Análise dos Resultados Brasileiros” – mostrou que 85% dos respondentes acreditam que, no longo prazo, as empresas darão maior foco às questões de ESG e de geração de valor para os stakeholders. Este dado aponta o quanto o assunto se tornou importante, pois nos resultados de 2018, somente 17% dos respondentes consideravam os riscos climáticos importantes para a estratégia e atuação corporativa e somente 13% olhavam para a mensuração das emissões de carbono. Estes números também mostram que apesar de o assunto acerca de ESG estar em voga, ele ainda não tem cadeira no conselho das empresas.

A sustentabilidade e a criação de valor para os stakeholders é um assunto que deve estar no cerne da estratégia das empresas. É da alta liderança que deve partir a visão, o exemplo e as atitudes para que os quesitos de ESG sejam perenes pela organização, ganhando coesão e força.

ESG: uma “moeda” de conversão

O assunto não é passageiro e nem efêmero, mas tudo indica ser uma situação de transição. Tudo o que vemos, ouvimos, lemos e discutimos hoje, tende a ser muito diferente daqui a alguns anos. Hoje estamos no ponto de partida, fazendo a transição de uma realidade sem para com um olhar voltado à sustentabilidade e governança. Muitas iniciativas e projetos estão em desenvolvimento. Se o assunto continuar a evoluir nesta velocidade, em algum tempo próximo a maioria das grandes empresas terá o perfil ESG já estruturado.

É como se os quesitos ESG fossem uma moeda de conversão. Hoje, quem os têm de forma organizada e estrutura (já têm a moeda nova), têm uma valorização maior do mercado, da sociedade, dos consumidores e mais acesso a capitais. Estas empresas já saíram na frente.

As outras que ainda estão no caminho, estão passando pela fase de transição de uma empresa que tem pouco ou nenhum aspecto ESG para se enquadrarem na nova realidade organizacional de criação de valor de forma sustentável.

Em um futuro próximo, quando a nova “moeda” se consolidar, poucas serão as empresas que não terão o perfil ESG.

A resposta ao ESG bem estruturado

A resposta para o ESG bem estruturado está dentro da própria empresa. Ao mapear e olhar o ecossistema e a cadeia de valor da organização, a alta liderança terá visão dos principais aspectos ESG pertencentes a ela. Também será capaz de mapear e valorar os impactos dos riscos e ações relativos a eles, bem como classificar as prioridades de atuação dentro do assunto. Com uma visão sistêmica dos aspectos ESG da organização, é possível unir bom desempenho financeiro e sustentabilidade de forma consistente, atendendo aos interesses e prioridades dos stakeholders.

Se a empresa faz o que fala? Sim, nós saberemos!

*Suelen A. da Silva é entusiasta das boas práticas da governança sustentável, Mestre em Estratégia Empresarial pela FGV EAESP e atua como Senior Research Analyst na Bravo GRC.

*Gabriel Cardoso de Mello é cientista e entusiasta de assuntos relacionados à ESG com formação pela Universidade Federal do ABC, atua como Research Analyst na Bravo GRC.

Não há GRC efetivo sem tecnologia

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Há mais de quinze anos sensibilizamos gestores das áreas de governança, riscos e compliance sobre a importância e o poder transformador da tecnologia para um GRC efetivo e de resultados.

Publicado originalmente no Fórum Governança 4.0 no portal MIT Sloan Review Brasil (https://www.mitsloanreview.com.br/post/nao-ha-grc-efetivo-sem-tecnologia)

Claudinei Elias

Mais do que a transformação pela tecnologia, ressaltamos a importância do fator humano nessa equação. Sem o comprometimento e apoio dos profissionais das três linhas de defesa (negócios, áreas de controles e auditoria interna), a mudança não ocorre.

Em sinergia com a 4ª Revolução Industrial, estamos entrando na era do GRC 4.0, impulsionados por uma visão prática e analítica que tem em seu cerne princípios, práticas, fatos e dados.

O GRC 4.0 é ágil, dinâmico e cognitivo, e levará às empresas:

Aprendizados a partir da experiência (tirando conclusões com base no que foi aprendido)

Entendimento e resolução de problemas complexos

Percepção e ação em novas perspectivas

Uso de tecnologias como big data, inteligência artificial e machine learning, deep learning, IoT (inteligência artificial e automação de processos robóticos)

Suporte da neurociência, psicologia e filosofia junto a modelos provados

Aproveitamento intenso de tecnologia capaz de transformar a performance das empresas

O que é GRC?

O GRC (governança, risco e compliance) é o conjunto integrado de práticas que permitem a uma organização alcançar objetivos de maneira confiável, entender incertezas, gerenciar riscos e atuar com integridade.

Para uma organização com visão de futuro, o GRC contempla os recursos necessários para dar suporte ao desempenho com princípios. Totalmente revolucionário, multidimensional e multifacetado, em vez de sobrecarregar os negócios o GRC os apoia e aprimora. É um modo de transformar o mundo com performance e princípios conscientes.

O mundo hoje é digital

Vivemos em um mundo mais digital. E agora, com a pandemia de Covid-19, a gestão de continuidade de negócios (GCN) torna-se ainda mais necessária. É clara a importância do viés tecnológico para respostas estruturadas e tempestivas em tempos de crise.

Pessoas e companhias são afetadas por essas transformações em suas atividades diárias, recompensando produtos e serviços melhores e mais acessíveis. No segmento de governança, risco e compliance, não poderia ser diferente, pois este é um ecossistema que funciona de forma integrada e colaborativa, no qual a tecnologia é o elemento de conexão e interação entre as partes.

A regulação, além de definir normas, limites e obrigações para a pessoa jurídica, também traz responsabilidades para o indivíduo, especialmente para gestores e administradores que devem saber como lidar com o risco. E para cumprir essa obrigação legal, as empresas que utilizam o modelo de trabalho GRC ganham benefícios ao agilizar a avaliação da lei ou norma, identificar pessoas, processos e controles afetados e reavaliar se o risco e o apetite são adequados à política da empresa. Se durante essa análise alguma atitude precisar ser tomada, um plano de ação já pode ser aberto para todos os envolvidos e interessados em cumprir com as normas para colaborar com a sua implementação.

A capacidade de captar o conhecimento existente da empresa sobre riscos, processos e controles e associá-lo à execução dos seus objetivos estratégicos é outra característica distintiva de um modelo robusto de GRC. Soma-se a isso um recurso de data analytics. Dessa forma, o processo GRC se torna mais intuitivo, até automático, à medida que os profissionais dedicam mais tempo à análise dos resultados, sem precisar preparar os dados.

Ao exigir soluções que permitem knowledge e inteligência profundos, o GRC torna-se estratégico.

Por que a transformação digital é necessária

Neste cenário de profunda e necessária transformação digital, é fundamental para as companhias contar com soluções que ajudem a nortear as ações diante de riscos já conhecidos ou inesperados, mudanças comerciais, regulatórias e políticas e ambientes dinâmicos. Ao compreendermos incertezas, potencializamos o crescimento com inovação e foco na experiência do cliente, o que é ainda mais significativo.

Os programas de governança, risco e compliance (GRC), no entanto, não focam apenas prevenção de riscos. Eles também são implantados com o objetivo de evitar perdas financeiras (materialização) causadas por infrações que podem afetar substancial e negativamente os negócios e até mesmo pessoas físicas.

Mas os impactos vão muito além dos financeiros, podendo ferir também a reputação de uma companhia em diversas áreas (legal, ambiental, perda de receita, perda de participação de mercado, funcionários…), prejudicando o crescimento estruturado, ágil e sustentável e impedindo que a empresa alcance objetivos estratégicos e organizacionais de forma robusta e com princípios.

As consequências da falta de gestão de riscos são conhecidas e impactam a companhia e seus diretores porque, além das multas vultosas, a prisão do responsável pode ser tornar uma realidade, como já ocorreu inúmeras vezes no mundo. Analisando por esse ângulo, compreendemos por que a tecnologia para GRC é essencial para o sucesso de qualquer empresa, mas não um fim em si. Tecnologia   aliada   a   fatores   humanos   resulta   em   transformação exponencial.

Claudinei Elias é CEO e Fundador da Bravo GRC

Bravo GRC destaca a transformação digital para fortalecer a resiliência das empresas

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Em tempos de crise, campanha “A Transformação Digital é Agora” busca mostrar que, mais do que nunca, a tecnologia precisa fazer parte do cotidiano empresarial

A Bravo GRC lançou nesta quarta-feira, dia 27, a campanha “A Transformação Digital é Agora”. Composta por vídeo, anúncio e ações de Marketing Digital, a iniciativa busca mostrar a importância da resiliência e da flexibilidade para vencer os desafios – agravados pela pandemia – deste novo tempo, garantindo a sustentabilidade dos negócios.

O vídeo foi editado pela Curyó Produções e teve roteiro desenvolvido pela equipe de Marketing e Comunicação da própria Bravo GRC.

Para Claudinei Elias, CEO e Fundador da Bravo GRC, o principal objetivo é chamar atenção para os problemas reais das empresas e, também, os filosóficos e os existenciais.

“Estamos vivendo tempos extraordinários que clamam por uma liderança mais humana, mas também é necessário olhar para a sustentabilidade dos negócios. Isso não significa, entretanto, pensar apenas no faturamento. Precisamos olhar para os nossos colaboradores, garantindo a segurança e a saúde deles. Inclusive a saúde mental”, afirma ele.

Ainda segundo Elias, a mensagem que fica é: “Tudo mudou. Mais do que nunca, a tecnologia precisa fazer parte do cotidiano das empresas, juntamente com a colaboração e a integração de todos”.

A campanha pode ser conferida nas seguintes plataformas e redes sociais:

YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=Dovl-Tx0dqU&t=4s

LinkedIn: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6671125329538510848

Instagram: https://www.instagram.com/tv/CAqY9w1AeHS/?utm_source=ig_web_copy_link

Visite também o site da Bravo GRC para mais informações: https://www.bravogrc.com/

Fonte

Em busca de um sinônimo para liderança extraordinária

By Sala de imprensaNo Comments

Claudinei Elias, CEO da Bravo GRC, logo percebeu que fazer jus aos tempos extraordinários atuais exigiria dele uma grande mudança. Três paradoxos em especial, relatados neste auto-estudo de caso, ajudaram-no nisso


Vivemos tempos extraordinários.

E, antes que o leitor faça um comentário sarcástico do tipo “que novidade“, chamo a atenção para a importância do bom uso das palavras. A dedução imediata é que a travessia de tempos extraordinários requeira líderes igualmente extraordinários no leme. Certo?

Errado. 

Acompanhei de perto – e apreensivo, é claro – as primeiras notícias relacionadas à Covid-19, mesmo antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) tratar o crescimento do contágio do novo coronavírus como uma pandemia. E tive dois insights: (1) o mundo estava mudando mesmo (e provavelmente essa mudança exigiria muita resiliência e respostas rápidas) e (2) mais do que tratar a questão como um caso de saúde pública, era preciso entender os desdobramentos de tanta coisa nova para a saúde mental de cada um de nós. Afinal, estamos falando de perdas: de vidas, de trabalhos, de rendas e outras muitas. 

A partir desses insights, trabalhei na construção de respostas rápidas e resiliência, minha e da minha equipe na Bravo GRC, que é uma empresa de tecnologia e de serviços. Se vale fazer uma espécie de autoestudo de caso, permito-me compartilhar aqui três ações-chave com as quais estou exercendo minha nova prática de liderança – quanto ao home office, à liderança e à comunicação.
 
 Home office: na fragmentação tensa, a leveza unificadora

O home office já era adotado pela Bravo GRC antes, mas, em 16 de março, uma segunda-feira, ele tornou-se obrigatório para todo o time. Antes de tomar essa decisão, promovi alguns testes de adaptação e, óbvio, de entendimento sobre as mudanças de estrutura necessárias para lidar com algo que até o momento não parece ter dia e hora exata para acabar. Desde a implementação do novo modelo, percebi uma certa leveza, que acaba sendo um alento, uma esperança. As reuniões ficaram mais objetivas, a flexibilidade das pessoas aumentou e desmitificou-se a questão da qualidade de vida. 

Deu tão certo, que fica no ar a pergunta: o que será do escritório agora?

Em meio ao caos, implementamos e impulsionamos novas ações com a participação do nosso time. O Bravo Academy, que já era promovido internamente desde o final do ano passado, ganhou uma periodicidade efetiva, com dois ou três temas por mês. E os assuntos não envolvem apenas tecnologia da informação, programação de dados, governança, riscos e compliance. Falamos do mundo. Em abril, por exemplo, apresentei o tema “Dialética em Tempos de Pandemia”. Conseguimos gerar grande engajamento falando sobre algo importante. 

Além das sessões do Bravo Academy, todas realizadas remotamente, são promovidas conversas semanais. Nesses diálogos com todo o time, é possível ouvir os anseios e as dores de cada um. É algo transformador. Para algumas empresas, pode ser inviável pela logística, mas é extremamente positivo dedicar um tempo para ouvir cada um de seus funcionários, desde diretores e gerentes, até analistas e colaboradores mais juniores. Todas as vozes têm muito valor. 

Durante esses bate-papos, nosso time é incentivado a mostrar a sua rotina em casa, apresentando seus filhos, cachorros, gatos e outros pets. Assim, aos poucos, o time vai ficando mais à vontade. Também incentivamos o lazer nos finais de semanas como uma forma de arrefecer a mente. Tudo, lógico, respeitando a “ética” do isolamento social.

Nos nossos bate-papos falamos também sobre arte, abstracionismo, catalogação e grandes coleções de obras de arte, bem como, cinema, música, literatura e esportes. Isso tudo sem onerar o tempo e sem comprometer a entrega. 

Isso é humanidade. Falamos de todos os assuntos, não só negócios e trabalho, porque isso é humano. Aprendemos no trabalho como deveria acontecer sempre em todo tipo de organização, porque isso é humano.

Liderança: em vez de hierarquia, horizontalidade

Tenho plena confiança de que esses tempos extraordinários vão passar. O momento é difícil, mas vamos chegar ao outro lado do rio. Para isso, precisamos olhar para dentro de nós, líderes. 

O papel do líder, neste momento, precisa ser muito mais horizontal. A liderança precisa fazer curadoria e ser menos cartesiana. Por que não usar arte, neurociência, filosofia e psicologia para falar com o seu time? Aquele líder “old school”, com um pensamento e uma atuação verticalizados, perde cada vez mais espaço. 

Com a pandemia, novos modelos e dinâmicas organizacionais são fundamentais, responsabilidades são descentralizadas e uma agenda horizontal precisa estar vigente. 

Isso é humanidade. O líder que olha para dentro de si, que é transparente e genuíno, é o próprio perfil do líder humanizado.

Comunicação: no meio do incêndio, o fluxo constante de água

A comunicação ficou vital. Semanalmente, nossos colaboradores são informados sobre os desdobramentos da pandemia com o suporte de infográficos e comunicados que nos ajudam a nortear o time sobre a continuidade do regime de home office. Aproveitamos esses canais também para dar dicas de como evitar o contágio, sempre reforçando a importância do uso da máscara, da higienização correta das mãos e a questão do distanciamento social. 

Uma ação simples, mas efetiva, é um pequeno exemplo de como buscamos manter o cotidiano dos nossos colaboradores, mesmo modificado (o Novo Normal). Durante a Páscoa, eles costumavam receber, ano após ano, uma lembrança. Neste ano, não foi diferente. Cada colaborador recebeu um cartão virtual e um chocolate em suas casas. Como a grande maioria não estava esperando, tivemos um belo efeito com reconhecimento e agradecimento de todos. E lógico, todos os cuidados de higiene para não comprometer a saúde de nossos profissionais foram tomados para realizarmos essas entregas. 

Outra ação muito importante na primeira semana de home office foi uma conferência, que realizei com todo o time. Nos comprometemos a não demitir, nem reduzir salários. O PLR foi mantido. E, depois, fizemos também a adesão da Bravo GRC ao Movimento #NãoDemita. Mais do que mostrar a resiliência do business, o objetivo é trazer tranquilidade para o time. 

Isso é humanidade. Nada mais humano do que se preocupar com o grupo a que se pertence, já que o ser humano é gregário.

Isso vai passar?
Sim, vai passar. 
E vai transformar cada um de nós 

Vivemos tempos extraordinários. Neles, alguns conceitos parecem cair por terra. Os modelos tradicionais ficaram mais vulneráveis, as empresas de capital aberto sofreram – e sofrerão – mais pressão e os modelos operacionais tradicionais continuarão a enfrentar grandes dificuldades.

E, para lidar com tempos extraordinários, é fundamental liderar com humanidade, tomando medidas como as que tomamos na Bravo GRC, algumas das quais integram nosso plano de gestão de continuidade de negócios (GCN), essencial para garantir a sustentabilidade do business. 

Nestes tempos extraordinários e pós-modernos, adaptar-se às mudanças é tudo. As dinâmicas, sem sombra de dúvidas, precisarão ser repensadas – não é fácil e não é óbvio. No final das contas, essa crise acabou trazendo o lado não cognitivo à tona, porque é uma crise que vai muito além do material.

Se o poeta Fernando Pessoa vivesse hoje, talvez não dissesse “Navegar é preciso!”, e sim “Mudar é preciso!”.

PS: Se você pode, fique em casa e proteja-se! E para aqueles e aquelas (médicos, enfermeiras, coveiros, caminhoneiros, supermercadistas e demais) que estão na linha de frente, trabalhando incansavelmente, meu muito obrigado. Todo texto escrito nos tempos atuais deveria incluir um agradecimento a eles.

O CAOS É UMA OPÇÃO?

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João Libanori*

Gestão de Riscos como mecanismo de resiliência e continuidade

Gerir riscos adequadamente é benéfico, porque trata-se de um mecanismo para reduzir, transferir ou evitar a materialização de impactos indesejados, trazendo maior sustentabilidade no curto, médio e longo prazo. A transparência ao aceitar/assumir riscos também é trivial, pois é preciso ter em mente que caso aconteçam, não devem ser vistos com surpresa e seus impactos já podem até conter planos de resposta previamente definidos para contenção. A função de Gestão de Riscos, no entanto, representa um custo financeiro considerável que pode impactar indicadores de performance desejados, portanto o montante do investimento em sua gestão é diretamente proporcional ao apetite a riscos da organização. Em linhas gerais, quanto maior a tolerância de exposição aos riscos, menor pode ser o investimento necessário para geri-los, e vice-versa. Apetite de risco elevado demanda mecanismos de monitoramento, para que uma eventual exposição acima do limite, já elevado, seja avaliada de forma precisa e tempestiva, pois uma resposta que garanta a reversão da trajetória será necessária. O racional é válido em quase todas as esferas: pessoas podem comprar apartamentos para se sentir mais seguras, empresas decidem se alavancar fortemente para executar um plano de negócios ambicioso e governos podem investir em pesquisa e prevenção à população para evitar surtos epidemiológicos.

O primeiro passo para saber o que precisa ser feito em momentos de crise é simular cenários com diferentes níveis de adversidade, visando identificar e avaliar os principais riscos que podem introduzir o caos na sua realidade. O segundo é tomar ações concretas para criar a resiliência operacional e financeira necessária para mitigá-los a níveis adequados ou no mínimo, para sobreviver aos seus impactos. Quando nos perguntamos se “o caos é uma opção?”, a resposta natural tende a ser “não”, porém ele pode ter deixado de ser uma opção e se tornado uma probabilidade, caso esses exercícios de gestão de riscos nunca tenham sido realizados e se foram, não resultaram em ações concretas.

No cenário atual de pandemia de Covid-19, quando disponíveis, políticas, procedimentos e tecnologias de Gestão de Continuidade de Negócios estão cumprindo sua função, ao ter preparado empregadores e colaboradores a seguirem trabalhando mesmo sob cenário adverso. Empresas disciplinadas no controle do risco de liquidez ou que realizam simulações periódicas de estresse financeiro, como cenários de súbita restrição de crédito, forte variação na taxa de juros ou impactos em fluxo de caixa por queda abrupta da demanda ou inadimplência, por exemplo, também estavam mais preparadas para lidar com o cenário atual. Muitos governos ativaram seus planos de contingência para previamente definidos para pandemias, preparando o sistema de saúde para o aumento no número de casos, ao construir hospitais de campanha¹, disponibilizando estoques de suprimentos² e implementando políticas públicas para mitigar o risco de contágio³. Pessoas, quando possível, estão utilizando recursos poupados no passado para se sustentar. Alguns fundos de investimento se prepararam para a crise seguindo os ensinamentos do professor Nassim Taleb4 e adotaram estratégias antifrágeis que entregaram retornos de mais de 1000% em 20205.

Entretanto, é comum encontrar empresas e pessoas que nunca pensaram em contingências ou em planejamentos prévios para situações de estresse. A priorização da visão de curto prazo pode inibir este tipo de preparo. Cenários hipotéticos de grande impacto tendem a ser descartados porque são improváveis, apesar de não serem impossíveis. A ilustração abaixo é interessante, pois revela como os riscos de baixa probabilidade e alto impacto, que normalmente possuem baixa importância por serem improváveis, podem ser tão críticos quanto os prováveis. O improvável cedo ou tarde pode se tornar realidade e a perda de competitividade e no limite, da capacidade financeira para seguir no mercado, pode acontecer. Se o caos não for uma opção, é necessário investir em controles, em monitoramento de riscos e em planos de resposta.

Cenários de Crise precisam considerar eventuais falhas na gestão da crise

A pandemia do Covid-19 trouxe fatos, que evidenciam como é extremamente difícil coordenar com sucesso ações de prevenção, detecção e remediação entre pessoas, empresas e governos. A coletividade pode ser vista como a soma dos esforços individuais, portanto, ainda que exista uma coordenação centralizada efetiva, a transposição das diretrizes em ações concretas individuais pode falhar. A probabilidade de falha dos outros na prevenção, detecção e remediação de riscos precisa ser considerada na avaliação de risco, pois se houver uma relação entre as partes, o impacto incorrido ou causado por uma poderá afetar a outra.

Não vivemos em um ecossistema de apenas um beneficiado, mas sim em um contexto que muitos se relacionam e dependem entre si. No final do dia, investir na resiliência da companhia significa proteger o valor dos acionistas, garantir atendimento aos clientes, manter a confiança de credores e trabalhar para manter empregos. Empresas resilientes têm seu valor social reconhecido durante as crises6.

O economista e prêmio Nobel Ronald Coase desenvolveu os aspectos econômicos do conceito da Tragedy of the Commons7, em seu livro The Problem of Social Cost8 (1960). O conceito busca explicar por que indivíduos realizam conscientemente ações danosas ao coletivo, apesar de saberem que também serão eventualmente prejudicados por elas, ainda que não de forma imediata. Podemos citar como exemplo os danos ao meio ambiente e corrupção no setor público, onde uma ação individual pode trazer redução de custos no primeiro caso e em ganhos pessoais ou financeiros no segundo, ambos em detrimento do coletivo. Assim, ações inadequadas são realizadas no cotidiano, ainda que conscientemente, pois o prejuízo ao coletivo é relativamente intangível ao indivíduo, ou pelo menos baixo frente ao ganho imediato. A tragédia dos comuns torna-se evidente quando a soma dos efeitos negativos das ações individuais atinge uma magnitude coletiva, de tal forma que o prejuízo se torna tangível aos indivíduos. Poluição, desmatamento ilegal, vazamentos de petróleo no mar, recorrentes escândalos de corrupção e ineficiência em políticas púbicas específicas são sintomas reais desse mecanismo. No caso atual de pandemia de Covid-19 há pessoas utilizando máscaras que deveriam ser direcionadas aos profissionais de saúde9, suspeitas de que governos tenham demorado a reportar a magnitude do contágio10, ações governamentais prejudicando outros países para benefício próprio11 e preços sendo elevados injustamente para obter maximizar o lucro12.

Assim, a preparação da resiliência operacional e da capacidade financeira para suportar períodos de estresse também envolve simular que a gestão da crise pelos outros pode trazer impactos exógenos antes inesperados. Se o caos não é uma opção, não se deve ficar à mercê da política púbica implementada, manter como premissa que os parceiros ou contrapartes comerciais honrarão seus compromissos, que seguramente haverá crédito disponível caso seja necessário ou que os colaboradores chave continuarão disponíveis. Os exemplos acima podem ser vistos como muito improváveis, porém se o caos não é uma opção, precisam ser considerados. A arte do gerenciamento de riscos e de continuidade de negócios é justamente evitar surpresas, mas, caso riscos se materializem, significa também estar preparado para lidar com eles da melhor forma possível. Vento a favor é bom, mas é preciso ajustar as velas de acordo com as mudanças e até mesmo saber a hora de abaixá-las, visando preservar o todo durante a crise, para depois subi-las novamente com sucesso.

Lições Aprendidas com a Crise do Covid-19

A única forma de não correr riscos é não se expor a eles, o que normalmente inibe as possibilidades de ação. Correr riscos não deve ser visto como um problema, mas sim a falha em seu gerenciamento. Gestão de Riscos implica em custos adicionais, bem como pode restringir o leque de opções ou na agilidade da tomada de decisão, porém é primordial para garantir a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Se o caos não é uma opção, uma fração da rentabilidade precisa ser sacrificada no curto prazo para reduzir a volatilidade de resultados no médio e longo. Prejuízo pode ser revertido, porém cenários críticos podem ser irreversíveis13. Para o caos deixar de ser uma opção, ações concretas precisam ser implementadas e sustentadas ao longo do tempo e para isso é necessário incorporar a cultura de gestão de riscos a partir da administração, bem como contratar pessoas capacitadas e principalmente realizar investimentos em tecnologias para garantir seu alcance, eficiência e eficácia, entregando bons resultados.

Estar preparado para grandes crises pode significar não só a sobrevivência, mas também ser capaz de aproveitar oportunidades únicas. A queda generalizada no preço dos ativos está acontecendo e quem tem recursos disponíveis pode transformar a crise em oportunidade14.

*João Libanori é GRC Methodology Supervisor da Bravo GRC.

Fontes:

1 – Hospitais de Campanha na Cidade de São Paulo https://veja.abril.com.br/brasil/maior-hospital-de-campanha-em-sao-paulo-comeca-a-receber-pacientes/

2 – US CDC Strategic National Stockpile https://www.centerforhealthsecurity.org/resources/COVID-19/COVID-19-fact-sheets/200214-VentilatorAvailability-factsheet.pdf

3 – Procedimentos de Isolamento Social utilizados nos EUA https://www.nytimes.com/2020/03/29/us/politics/trump-coronavirus-guidelines.html

4 – Livro “Antifragile: Things that Gain from Disorder; Nassim Taleb https://www.amazon.com.br/Antifragile-Things-That-Gain-Disorder/dp/0812979680

5 – Fundo de Investimentos Universa obtém retorno de 3.600% em março/2020 https://www.bloomberg.com/news/articles/2020-04-08/taleb-advised-universa-tail-risk-fund-returned-3-600-in-march

6 – Ambev realiza doação de 50 mil frascos de álcool gel para saúde no Distrito Federal https://jornaldebrasilia.com.br/cidades/ambev-faz-doacao-de-mais-de-50-mil-frascos-de-alcool-em-gel-para-saude-do-df/

7 – Termo cunhado por Garret Hardin sobre os mecanismos elaborados por Ronald Coase. Bibliografia: The Tragedy of the Commons; Garret Hardin; Science, Vol 162 no 3859 Dec 13, 1968 p. 1243-1248.

8 – Bibliografia: The Problem of Social Cost; R. H. Coase; Journal of Law and Economics, Vol. 3, Oct., 1960 (Oct., 1960), pp. 1-44

9 – Máscaras Cirúrgicas e N-95 devem ser utilizadas apenas por profissionais de saúde https://www.cnbc.com/2020/04/02/should-you-wear-a-face-mask-to-prevent-covid-19-doctors-weigh-in.html]

10 – Suspeitas da comunidade de inteligência dos EUA sobre China ter ocultado a extensão do surto de COVID 19 https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/04/01/china-ocultou-a-extensao-do-surto-de-coronavirus-diz-inteligencia-dos-eua.htm

11 – EUA interviram na compra de equipamentos na China por outros países https://www.theguardian.com/world/2020/apr/02/global-battle-coronavirus-equipment-masks-tests

12 – Amazon toma medidas para evitar preços abusivos em seu marketplace https://www.theverge.com/2020/3/11/21175719/amazon-restricts-sale-face-masks-hand-sanitizer-coronavirus-price-gouging

13 – Apenas 1% das empresas saem da Recuperação Judicial, segundo OAB-RJ https://oab-rj.jusbrasil.com.br/noticias/111936478/so-1-das-empresas-sai-da-recuperacao-judicial-no-brasil14 – Empresas Chinesas estão se preparando para fusões e aquisições (M&A) na Europa e nos EUA https://www.bloomberg.com/news/articles/2020-04-07/china-s-corporates-are-gearing-up-in-europe-for-m-a-bargains

Bravo GRC adere ao Movimento #NãoDemita

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São Paulo – 15 de abril de 2.020 – A Bravo GRC aderiu ao movimento #NãoDemita. “Neste momento de incertezas, precisamos juntar esforços e pensar em soluções objetivas para minimizar os impactos da pandemia causada pelo Covid-19 (novo Coronavírus). Temos que pensar no hoje e no amanhã, e nosso time é parte indissociável desse processo. Ao invés de demitir, estamos admitindo. Juntos, somos mais fortes!”, afirmou o CEO e fundador, Claudinei Elias.

Criado por um grupo de empresas brasileiras, o movimento tem por objetivo sensibilizar os empresários a não realizarem demissões durante o período de combate ao Covid-19.

Mais informações no site: https://www.naodemita.com/

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

www.bravogrc.com

Mais informações para a Imprensa:

Bruno Soares – Coordenador de Marketing e Comunicação da Bravo GRC

E-mail – bruno.soares@bravogrc.com

Telefone – (11) 2991-8000 ex. 107

Bravo GRC adota protocolo de Gestão de Continuidade de Negócios (GCN) em função do Covid-19

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Colaboradores da empresa estão trabalhando em regime de Home Office. Reuniões e suporte são realizados remotamente por tempo indeterminado

São Paulo, 17 de março de 2020 – A Bravo GRC adotou protocolos de Gestão de Continuidade de Negócios (GCN) para garantir a segurança e o bem-estar dos colaboradores e, também, de seus clientes, fornecedores, prospects e demais stakeholders. A companhia, em linha com as recomendações dos órgãos públicos de saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS), realiza desde segunda-feira (16) todas as suas reuniões e o seu suporte de forma remota. E os colaboradores foram liberados para trabalhar em regime de home office.

A decisão tem por objetivo colaborar no combate a proliferação do Covid-19 (coronavírus). O modelo de arquitetura da empresa foi projetado para operar sem interrupções de serviço e todas as medidas foram tomadas para garantir a eficácia da nossa força de trabalho remota.

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

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Mais informações para a Imprensa:

Bruno Soares – Coordenador de Marketing e Comunicação da Bravo GRC

E-mail – bruno.soares@bravogrc.com

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Coronavírus – SAI Global, parceira estratégica da Bravo GRC, elenca prática de Gestão de Continuidade de Negócios (GCN)

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São Paulo, 10 de março de 2020 – Com o surto de coronavírus, muitas empresas estão revendo suas práticas de negócios para se adaptarem a possíveis problemas envolvendo a contaminação de funcionários, impacto na cadeia produtiva e outros aspectos. A SAI Global, líder mundial em solução de gerenciamento de risco e parceira estratégica da Bravo GRC para o Brasil e demais países da América Latina, elencou uma série de cuidados e parâmetros para as empresas se prepararem. Confira o artigo assinado por James Green, diretor do Departamento de Serviços de Consultoria de Riscos da SAI Global:

Como Preparar sua Empresa para um Surto de Coronavírus

James Green (publicado originalmente no dia 27 de fevereiro de 2020)

Com o aumento da preocupação global a respeito de um surto “inevitável” de coronavírus (COVID-19), as empresas enfrentam vários desafios de respostas rápidas que vão desde saúde e bem-estar dos funcionários a cadeias de suprimento interrompidas. A SAI Global orienta a tomada de medidas para preparar e implementar um plano de continuidade de negócios.

Considerando as variáveis desconhecidas a respeito do último surto de coronavírus, muitas empresas em todo o mundo precisam avaliar sua prontidão para o possível impacto que ele poderá ter sobre suas operações, sua cadeia de suprimento e o bem-estar dos funcionários.

Agora, ao investir no desenvolvimento, na implementação e na manutenção de um programa de gestão de continuidade de negócios (GCN), as empresas podem fornecer a abordagem mais efetivas para restaurar e retomar funções e processos importantes e essenciais. E, o mais importante, oferecer uma camada de proteção para seus ativos mais importantes: pessoas, informações, fluxo de caixa e reputação.

Vamos analisar a forma de proteger adequadamente sua empresa. 

  1. Tempo é tudo

Como as autoridades alertam que o surto do vírus COVID-19 começa a se alastrar em todo o mundo, as empresas podem se preparar ativamente para seu impacto. Criar um programa de GCN aumenta a velocidade de recuperação, possibilitando que você foque em aspectos críticos. É muito mais fácil se recuperar de uma crise seguindo um plano completo, em vez de tentar estabelecer tudo de uma só vez.

Resposta à pandemia

Faça uma lista dos tipos de interrupções que podem surgir. Por exemplo, caso seu negócio dependa fortemente de fornecedores externos, você precisa buscar fontes alternativas?

Seus prestadores de serviços ou os prestadores de serviços de seus prestadores de serviços atuam nas regiões infectadas? Em caso afirmativo:

  • Identifique os impactos operacionais e sobre sua receita desde possíveis interrupções a principais fornecedores e prestadores de serviços.
  • Considere a viabilidade de terceirizar produtos, ingredientes e componentes de fornecedores alternativos.
  • Caso você saiba que será afetado daqui a três meses (ou até mais), você deve reduzir sua produção ou saída AGORA.
  • Você consegue postergar as remessas para clientes de forma viável?

Capacidades de trabalho a distância

Sua infraestrutura de TI pode já conseguir lidar com uma base de trabalho à distância de 100 funcionários, mas imagine mil funcionários trabalhando à distância. Você conta com largura de banda e licenças de VPN para possibilitar que seus funcionários trabalhem de forma produtiva? Faça a você mesmo a seguinte pergunta:

  • Seus funcionários podem trabalhar à distância?
  • Eles têm notebooks, equipamentos de telecomunicação ou capacidades de banda larga boas?
  • Como você tem aplicado suas políticas de privacidade de dados para que elas estejam em linha com os regulamentos governamentais?

2. Mantenha seus funcionários em segurança, informados e preparados

Seus funcionários são seu ativo mais importante. Em primeiro lugar, é fundamental que todo funcionário saiba o que fazer, seja em termos de bem-estar pessoal ou dos que estão ao seu redor. Sem orientação, treinamento e linhas de comunicação abertas adequados, seu local de trabalho pode estar suscetível a histeria e pânico.

Como já vimos, esse último surto de coronavírus está cercado de mitos e informações equivocadas; buscar as informações corretas e verificar sua confiabilidade é vital. Então, garanta que sua mensagem para seu quadro de funcionários rompa teorias de conspiração e informações imprecisas.

Apoio à saúde e ao bem-estar de seus funcionários

Crie um plano de comunicação interna – o plano também deve fazer parte de seu plano de comunicação para gestão de crises. Nele, você deve identificar mensagens importantes e simples, um processo confiável e as formas de fornecer atualizações contínuas e obter um feedback dos funcionários.

Destaque as medidas tomadas pela empresa com relação a seus funcionários.

  • Resuma as políticas da empresa – descreva a cobertura de planos de saúde, preventiva e de tratamento; assiduidade, incluindo folga remunerada; continuidade da folha de pagamento; viagens; e reuniões de grupo.
  • Descreva o possível impacto de um surto sobre suas operações, serviços, viagens, cadeias de suprimento, negócios, receitas, etc., para que os funcionários possam se planejar adequadamente.
  • Crie uma supervisão de comunicação e gestão adicional a ser implementada em ambientes de trabalho onde a transmissão de doenças respiratórias geralmente é mais prevalente.
  • Forneça um resumo ou análise de seu plano atual de preparação para enfrentamento de pandemia.
  • Certifique-se de disponibilizar com frequência lembretes da existência de Programas de Assistência a Funcionários para suporte emocional.
  • Utilize vários canais para transmitir informações que estejam em linha com as recomendações de saúde pública sobre a prevenção de surto de doença infecciosa a seus funcionários, bem como ações de higiene e prudentes.
  • Acompanhe a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e relatórios e atualizações de órgãos de saúde locais.

Revise e prepare uma estratégia de trabalho a distância para as áreas de seu negócio que podem manter práticas de telecomunicação.

  • Isso inclui acesso a componentes e comunicações de tecnologia essenciais entre os funcionários.
  • Articule claramente os procedimentos e as expectativas que os funcionários devem seguir.

Estabeleça políticas e práticas para limitar reuniões presenciais e viagens em momentos em que há alto nível de risco.

Certifique-se de ter um registro de ausência consistente, pois altos níveis de ausência podem acionar algumas ações do PCN.

Implemente ações adicionais em linha com as práticas de saúde ocupacional e saúde pública conforme surgirem.

3. Mantendo-se presente

Um componente importante de qualquer plano é a comunicação. É realmente difícil manter as coisas funcionando adequadamente sem comunicação. É essencial estabelecer canais de comunicação que possam ser mantidos independentemente do que haja. Você deve conseguir agir de forma imediata, precisa e confiante. 

Vários públicos diferentes devem ser alcançados com informações específicas a seus interesses e necessidades. Afinal, a imagem do negócio pode ser afetada positiva ou negativamente pelas percepções públicas de como qualquer situação de crise é gerenciada por suas empresas, sem falar no medo causado à saúde pública pelo coronavírus.

Ao determinar quem, quando e que tipo de comunicação utilizar, um plano sólido ajudará na gestão do fluxo das comunicações e a garantir que a comunicação certa alcance as pessoas exatas no momento oportuno.

4. Teste: Comece a praticar agora

Lembre-se que conscientização e prontidão são essenciais para a resiliência do negócio; então, agora que seu programa de GCN foi implementado e sua equipe foi treinada, é hora de agir. 

Por exemplo, caso sua equipe ainda não tenha a flexibilidade de trabalhar à distância, comece agora. É difícil saber exatamente onde estarão os pontos problemáticos. Então, comece a praticar agora para saber quais sistemas e processos você precisa implementar.

Trabalhe com seu Departamento de RH para analisar, testar e atualizar seus planos contra um cenário real de pandemia. Crie diversos cenários para seus funcionários a fim de testar suas habilidades, realizar exercícios relevantes, identificar falhas nos planos e treinar as funções e responsabilidades da equipe. Invariavelmente, você pode encontrar coisas a melhorar; você pode até ter ideias de como melhorar suas operações diárias. 

5. Recuperação

Uma das primeiras coisas a fazer é analisar a sua situação. Com seus dados já protegidos e armazenados em nuvem e seus funcionários mantendo uma produtividade segura a partir de seus dispositivos móveis, você pode começar a analisar a resiliência operacional; como você restaurará as operações com sucesso? 

Sobreviver a uma crise de pandemia ou a qualquer dificuldade pode resultar também em uma grande quantidade de novas oportunidades. Entre em contato com seus fornecedores e prestadores de serviços e renegocie contratos favoráveis. Esteja aberto e aceite novos empreendimentos, adaptando-os e tornando-os sua vantagem para manter-se sólido e com foco no futuro.

É difícil prever o futuro e quais oportunidades e desafios poderão surgir em seu caminho, mas é compensador estar preparado para uma possível pandemia. Afinal, preparar-se para qualquer evento não é tão difícil quanto agir de forma tardia.

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Recursos adicionais

  • Plano de Continuidade de Negócios acerca do COVID-19. 
  • COVID-19: Orientações de Saúde, Higiene e Bem-Estar.
  • Ameaça de Doença Infecciosa: Lista de Verificação para Fornecedores/Terceiros.

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Plano de continuidade de negócios acerca do COVID-19

(Inclui, entre outros, o que segue:)

  • Qual é a designação de operações e planos essenciais para transferir a equipe de funções não essenciais, caso a ausência de funcionários seja uma ameaça?
  • Obtenha a confirmação da cadeia de comando e substitutos para líderes e funções críticas.
  • Analise se sua infraestrutura de TI consegue suportar um aumento no trabalho a distância e gerencie qualquer carga que poderá ser adicionada à tecnologia voltada ao cliente ou de entrega de serviços.
  • Isso inclui um aumento no uso do software de vídeo ou telefonia digital e um aumento no uso de aplicativos de Intranet pelos Funcionários para publicações da empresa.
  • Crie um plano de comunicações internas para garantir que o plano de continuidade de negócios (PCN), atualizações e mudanças possam ser transmitidos em tempo real para aqueles que precisam tomar conhecimento de informações específicas, aqueles que precisam praticar novas ações, e garantir que as informações sejam recebidas e as ações sejam praticas, conforme adequado.
  • Certifique-se de ter vários níveis redução de pessoal, em caso de falha crítica no sistema.
  • Avalie o nível de risco de quaisquer prestadores de serviços ou outros terceiros dos quais sua empresa depende e obter a confirmação de prestadores de serviços críticos de que eles têm um PCN robusto e que podem implementá-lo conforme necessário.
  • Acompanhe as divulgações da Organização Mundial de Saúde (OMS) ou do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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COVID-19: Orientações de Saúde, Higiene e Bem-Estar

  • Lave as mãos frequentemente com álcool em gel ou água e sabão.
  • Ao tossir e espirrar, cubra a boca e nariz com um lenço de papel ou a manga da sua blusa (não com suas mãos); jogue o papel fora imediatamente e lave suas mãos.
  • Evite contato próximo com pessoas que estejam com febre e tossindo.
  • Se você estiver com febre, tossindo e com dificuldades respiratórias, procure assistência médica imediatamente e compartilhe seu histórico de viagem com seu médico.
  • Limpe e desinfete objetos e superfícies com frequência.
  • Não toque seus olhos, nariz ou boca se suas mãos não estiverem limpas.
  • Em caso de preocupação com os sintomas, entre em contato com seu médico.

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Ameaça de Doença Infecciosa: Lista de Verificação para Fornecedores/Terceiros

  • Na hipótese de surto, o fornecedor tem planos documentados de Continuidade de Negócios e/ou Recuperação de Desastres para TI?
  • Os planos do fornecedor identificam os processos comerciais essenciais e sua prioridade de recuperação?
  • O fornecedor leva em consideração prazos previstos para o surto e está, portanto, preparado?
  • Caso os processos comerciais essenciais sejam afetados, quais são eles e qual é o prazo de recuperação esperado?
  • Os planos do fornecedor abordam absentismo da equipe essencial por um longo período de tempo?
  • Os planos do fornecedor abordam interdependências internas e externas da empresa?
  • Os planos abordam todos os locais a partir dos quais o fornecedor presta serviços para sua empresa?
  • Onde é a unidade de TI principal do fornecedor ou seu centro de processamento de dados – no mesmo prédio ou complexo comercial ocupado por seu negócio principal ou sua equipe operacional?
  • O fornecedor tem outros escritórios que podem – ou poderiam – fornecer os produtos ou serviços atualmente utilizados por nossa empresa?

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Saiba mais sobre a tecnologia de continuidade de negócios da SAI Global que corrobora as avaliações de impacto comercial, gestão de crise, recuperação de desastres e planejamento de resiliência.

Sobre o Autor

James Green é Diretor do Departamento de Serviços de Consultoria de Riscos da SAI Global. Apaixonado por segurança de vida, James ajuda a equipe C-Suite a entender a importância da continuidade de negócios não somente durante uma emergência, mas como parte integrante das operações diárias. Ele trabalhou em eventos de risco em todo o mundo, incluindo a agitação civil no Egito durante a Primavera Árabe, em viagens e na proteção de executivos na orla do Pacífico e nos efeitos de tornados destrutivos em Oklahoma.

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

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claudinei.elias@bravogrc.com

Claudinei Elias

CEO e Fundador

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