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Bravo GRC destaca a transformação digital para fortalecer a resiliência das empresas

By Sala de imprensaNo Comments

Em tempos de crise, campanha “A Transformação Digital é Agora” busca mostrar que, mais do que nunca, a tecnologia precisa fazer parte do cotidiano empresarial

A Bravo GRC lançou nesta quarta-feira, dia 27, a campanha “A Transformação Digital é Agora”. Composta por vídeo, anúncio e ações de Marketing Digital, a iniciativa busca mostrar a importância da resiliência e da flexibilidade para vencer os desafios – agravados pela pandemia – deste novo tempo, garantindo a sustentabilidade dos negócios.

O vídeo foi editado pela Curyó Produções e teve roteiro desenvolvido pela equipe de Marketing e Comunicação da própria Bravo GRC.

Para Claudinei Elias, CEO e Fundador da Bravo GRC, o principal objetivo é chamar atenção para os problemas reais das empresas e, também, os filosóficos e os existenciais.

“Estamos vivendo tempos extraordinários que clamam por uma liderança mais humana, mas também é necessário olhar para a sustentabilidade dos negócios. Isso não significa, entretanto, pensar apenas no faturamento. Precisamos olhar para os nossos colaboradores, garantindo a segurança e a saúde deles. Inclusive a saúde mental”, afirma ele.

Ainda segundo Elias, a mensagem que fica é: “Tudo mudou. Mais do que nunca, a tecnologia precisa fazer parte do cotidiano das empresas, juntamente com a colaboração e a integração de todos”.

A campanha pode ser conferida nas seguintes plataformas e redes sociais:

YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=Dovl-Tx0dqU&t=4s

LinkedIn: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6671125329538510848

Instagram: https://www.instagram.com/tv/CAqY9w1AeHS/?utm_source=ig_web_copy_link

Visite também o site da Bravo GRC para mais informações: https://www.bravogrc.com/

Fonte

Em busca de um sinônimo para liderança extraordinária

By Sala de imprensaNo Comments

Claudinei Elias, CEO da Bravo GRC, logo percebeu que fazer jus aos tempos extraordinários atuais exigiria dele uma grande mudança. Três paradoxos em especial, relatados neste auto-estudo de caso, ajudaram-no nisso


Vivemos tempos extraordinários.

E, antes que o leitor faça um comentário sarcástico do tipo “que novidade“, chamo a atenção para a importância do bom uso das palavras. A dedução imediata é que a travessia de tempos extraordinários requeira líderes igualmente extraordinários no leme. Certo?

Errado. 

Acompanhei de perto – e apreensivo, é claro – as primeiras notícias relacionadas à Covid-19, mesmo antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) tratar o crescimento do contágio do novo coronavírus como uma pandemia. E tive dois insights: (1) o mundo estava mudando mesmo (e provavelmente essa mudança exigiria muita resiliência e respostas rápidas) e (2) mais do que tratar a questão como um caso de saúde pública, era preciso entender os desdobramentos de tanta coisa nova para a saúde mental de cada um de nós. Afinal, estamos falando de perdas: de vidas, de trabalhos, de rendas e outras muitas. 

A partir desses insights, trabalhei na construção de respostas rápidas e resiliência, minha e da minha equipe na Bravo GRC, que é uma empresa de tecnologia e de serviços. Se vale fazer uma espécie de autoestudo de caso, permito-me compartilhar aqui três ações-chave com as quais estou exercendo minha nova prática de liderança – quanto ao home office, à liderança e à comunicação.
 
 Home office: na fragmentação tensa, a leveza unificadora

O home office já era adotado pela Bravo GRC antes, mas, em 16 de março, uma segunda-feira, ele tornou-se obrigatório para todo o time. Antes de tomar essa decisão, promovi alguns testes de adaptação e, óbvio, de entendimento sobre as mudanças de estrutura necessárias para lidar com algo que até o momento não parece ter dia e hora exata para acabar. Desde a implementação do novo modelo, percebi uma certa leveza, que acaba sendo um alento, uma esperança. As reuniões ficaram mais objetivas, a flexibilidade das pessoas aumentou e desmitificou-se a questão da qualidade de vida. 

Deu tão certo, que fica no ar a pergunta: o que será do escritório agora?

Em meio ao caos, implementamos e impulsionamos novas ações com a participação do nosso time. O Bravo Academy, que já era promovido internamente desde o final do ano passado, ganhou uma periodicidade efetiva, com dois ou três temas por mês. E os assuntos não envolvem apenas tecnologia da informação, programação de dados, governança, riscos e compliance. Falamos do mundo. Em abril, por exemplo, apresentei o tema “Dialética em Tempos de Pandemia”. Conseguimos gerar grande engajamento falando sobre algo importante. 

Além das sessões do Bravo Academy, todas realizadas remotamente, são promovidas conversas semanais. Nesses diálogos com todo o time, é possível ouvir os anseios e as dores de cada um. É algo transformador. Para algumas empresas, pode ser inviável pela logística, mas é extremamente positivo dedicar um tempo para ouvir cada um de seus funcionários, desde diretores e gerentes, até analistas e colaboradores mais juniores. Todas as vozes têm muito valor. 

Durante esses bate-papos, nosso time é incentivado a mostrar a sua rotina em casa, apresentando seus filhos, cachorros, gatos e outros pets. Assim, aos poucos, o time vai ficando mais à vontade. Também incentivamos o lazer nos finais de semanas como uma forma de arrefecer a mente. Tudo, lógico, respeitando a “ética” do isolamento social.

Nos nossos bate-papos falamos também sobre arte, abstracionismo, catalogação e grandes coleções de obras de arte, bem como, cinema, música, literatura e esportes. Isso tudo sem onerar o tempo e sem comprometer a entrega. 

Isso é humanidade. Falamos de todos os assuntos, não só negócios e trabalho, porque isso é humano. Aprendemos no trabalho como deveria acontecer sempre em todo tipo de organização, porque isso é humano.

Liderança: em vez de hierarquia, horizontalidade

Tenho plena confiança de que esses tempos extraordinários vão passar. O momento é difícil, mas vamos chegar ao outro lado do rio. Para isso, precisamos olhar para dentro de nós, líderes. 

O papel do líder, neste momento, precisa ser muito mais horizontal. A liderança precisa fazer curadoria e ser menos cartesiana. Por que não usar arte, neurociência, filosofia e psicologia para falar com o seu time? Aquele líder “old school”, com um pensamento e uma atuação verticalizados, perde cada vez mais espaço. 

Com a pandemia, novos modelos e dinâmicas organizacionais são fundamentais, responsabilidades são descentralizadas e uma agenda horizontal precisa estar vigente. 

Isso é humanidade. O líder que olha para dentro de si, que é transparente e genuíno, é o próprio perfil do líder humanizado.

Comunicação: no meio do incêndio, o fluxo constante de água

A comunicação ficou vital. Semanalmente, nossos colaboradores são informados sobre os desdobramentos da pandemia com o suporte de infográficos e comunicados que nos ajudam a nortear o time sobre a continuidade do regime de home office. Aproveitamos esses canais também para dar dicas de como evitar o contágio, sempre reforçando a importância do uso da máscara, da higienização correta das mãos e a questão do distanciamento social. 

Uma ação simples, mas efetiva, é um pequeno exemplo de como buscamos manter o cotidiano dos nossos colaboradores, mesmo modificado (o Novo Normal). Durante a Páscoa, eles costumavam receber, ano após ano, uma lembrança. Neste ano, não foi diferente. Cada colaborador recebeu um cartão virtual e um chocolate em suas casas. Como a grande maioria não estava esperando, tivemos um belo efeito com reconhecimento e agradecimento de todos. E lógico, todos os cuidados de higiene para não comprometer a saúde de nossos profissionais foram tomados para realizarmos essas entregas. 

Outra ação muito importante na primeira semana de home office foi uma conferência, que realizei com todo o time. Nos comprometemos a não demitir, nem reduzir salários. O PLR foi mantido. E, depois, fizemos também a adesão da Bravo GRC ao Movimento #NãoDemita. Mais do que mostrar a resiliência do business, o objetivo é trazer tranquilidade para o time. 

Isso é humanidade. Nada mais humano do que se preocupar com o grupo a que se pertence, já que o ser humano é gregário.

Isso vai passar?
Sim, vai passar. 
E vai transformar cada um de nós 

Vivemos tempos extraordinários. Neles, alguns conceitos parecem cair por terra. Os modelos tradicionais ficaram mais vulneráveis, as empresas de capital aberto sofreram – e sofrerão – mais pressão e os modelos operacionais tradicionais continuarão a enfrentar grandes dificuldades.

E, para lidar com tempos extraordinários, é fundamental liderar com humanidade, tomando medidas como as que tomamos na Bravo GRC, algumas das quais integram nosso plano de gestão de continuidade de negócios (GCN), essencial para garantir a sustentabilidade do business. 

Nestes tempos extraordinários e pós-modernos, adaptar-se às mudanças é tudo. As dinâmicas, sem sombra de dúvidas, precisarão ser repensadas – não é fácil e não é óbvio. No final das contas, essa crise acabou trazendo o lado não cognitivo à tona, porque é uma crise que vai muito além do material.

Se o poeta Fernando Pessoa vivesse hoje, talvez não dissesse “Navegar é preciso!”, e sim “Mudar é preciso!”.

PS: Se você pode, fique em casa e proteja-se! E para aqueles e aquelas (médicos, enfermeiras, coveiros, caminhoneiros, supermercadistas e demais) que estão na linha de frente, trabalhando incansavelmente, meu muito obrigado. Todo texto escrito nos tempos atuais deveria incluir um agradecimento a eles.

O CAOS É UMA OPÇÃO?

By BlogNo Comments

João Libanori*

Gestão de Riscos como mecanismo de resiliência e continuidade

Gerir riscos adequadamente é benéfico, porque trata-se de um mecanismo para reduzir, transferir ou evitar a materialização de impactos indesejados, trazendo maior sustentabilidade no curto, médio e longo prazo. A transparência ao aceitar/assumir riscos também é trivial, pois é preciso ter em mente que caso aconteçam, não devem ser vistos com surpresa e seus impactos já podem até conter planos de resposta previamente definidos para contenção. A função de Gestão de Riscos, no entanto, representa um custo financeiro considerável que pode impactar indicadores de performance desejados, portanto o montante do investimento em sua gestão é diretamente proporcional ao apetite a riscos da organização. Em linhas gerais, quanto maior a tolerância de exposição aos riscos, menor pode ser o investimento necessário para geri-los, e vice-versa. Apetite de risco elevado demanda mecanismos de monitoramento, para que uma eventual exposição acima do limite, já elevado, seja avaliada de forma precisa e tempestiva, pois uma resposta que garanta a reversão da trajetória será necessária. O racional é válido em quase todas as esferas: pessoas podem comprar apartamentos para se sentir mais seguras, empresas decidem se alavancar fortemente para executar um plano de negócios ambicioso e governos podem investir em pesquisa e prevenção à população para evitar surtos epidemiológicos.

O primeiro passo para saber o que precisa ser feito em momentos de crise é simular cenários com diferentes níveis de adversidade, visando identificar e avaliar os principais riscos que podem introduzir o caos na sua realidade. O segundo é tomar ações concretas para criar a resiliência operacional e financeira necessária para mitigá-los a níveis adequados ou no mínimo, para sobreviver aos seus impactos. Quando nos perguntamos se “o caos é uma opção?”, a resposta natural tende a ser “não”, porém ele pode ter deixado de ser uma opção e se tornado uma probabilidade, caso esses exercícios de gestão de riscos nunca tenham sido realizados e se foram, não resultaram em ações concretas.

No cenário atual de pandemia de Covid-19, quando disponíveis, políticas, procedimentos e tecnologias de Gestão de Continuidade de Negócios estão cumprindo sua função, ao ter preparado empregadores e colaboradores a seguirem trabalhando mesmo sob cenário adverso. Empresas disciplinadas no controle do risco de liquidez ou que realizam simulações periódicas de estresse financeiro, como cenários de súbita restrição de crédito, forte variação na taxa de juros ou impactos em fluxo de caixa por queda abrupta da demanda ou inadimplência, por exemplo, também estavam mais preparadas para lidar com o cenário atual. Muitos governos ativaram seus planos de contingência para previamente definidos para pandemias, preparando o sistema de saúde para o aumento no número de casos, ao construir hospitais de campanha¹, disponibilizando estoques de suprimentos² e implementando políticas públicas para mitigar o risco de contágio³. Pessoas, quando possível, estão utilizando recursos poupados no passado para se sustentar. Alguns fundos de investimento se prepararam para a crise seguindo os ensinamentos do professor Nassim Taleb4 e adotaram estratégias antifrágeis que entregaram retornos de mais de 1000% em 20205.

Entretanto, é comum encontrar empresas e pessoas que nunca pensaram em contingências ou em planejamentos prévios para situações de estresse. A priorização da visão de curto prazo pode inibir este tipo de preparo. Cenários hipotéticos de grande impacto tendem a ser descartados porque são improváveis, apesar de não serem impossíveis. A ilustração abaixo é interessante, pois revela como os riscos de baixa probabilidade e alto impacto, que normalmente possuem baixa importância por serem improváveis, podem ser tão críticos quanto os prováveis. O improvável cedo ou tarde pode se tornar realidade e a perda de competitividade e no limite, da capacidade financeira para seguir no mercado, pode acontecer. Se o caos não for uma opção, é necessário investir em controles, em monitoramento de riscos e em planos de resposta.

Cenários de Crise precisam considerar eventuais falhas na gestão da crise

A pandemia do Covid-19 trouxe fatos, que evidenciam como é extremamente difícil coordenar com sucesso ações de prevenção, detecção e remediação entre pessoas, empresas e governos. A coletividade pode ser vista como a soma dos esforços individuais, portanto, ainda que exista uma coordenação centralizada efetiva, a transposição das diretrizes em ações concretas individuais pode falhar. A probabilidade de falha dos outros na prevenção, detecção e remediação de riscos precisa ser considerada na avaliação de risco, pois se houver uma relação entre as partes, o impacto incorrido ou causado por uma poderá afetar a outra.

Não vivemos em um ecossistema de apenas um beneficiado, mas sim em um contexto que muitos se relacionam e dependem entre si. No final do dia, investir na resiliência da companhia significa proteger o valor dos acionistas, garantir atendimento aos clientes, manter a confiança de credores e trabalhar para manter empregos. Empresas resilientes têm seu valor social reconhecido durante as crises6.

O economista e prêmio Nobel Ronald Coase desenvolveu os aspectos econômicos do conceito da Tragedy of the Commons7, em seu livro The Problem of Social Cost8 (1960). O conceito busca explicar por que indivíduos realizam conscientemente ações danosas ao coletivo, apesar de saberem que também serão eventualmente prejudicados por elas, ainda que não de forma imediata. Podemos citar como exemplo os danos ao meio ambiente e corrupção no setor público, onde uma ação individual pode trazer redução de custos no primeiro caso e em ganhos pessoais ou financeiros no segundo, ambos em detrimento do coletivo. Assim, ações inadequadas são realizadas no cotidiano, ainda que conscientemente, pois o prejuízo ao coletivo é relativamente intangível ao indivíduo, ou pelo menos baixo frente ao ganho imediato. A tragédia dos comuns torna-se evidente quando a soma dos efeitos negativos das ações individuais atinge uma magnitude coletiva, de tal forma que o prejuízo se torna tangível aos indivíduos. Poluição, desmatamento ilegal, vazamentos de petróleo no mar, recorrentes escândalos de corrupção e ineficiência em políticas púbicas específicas são sintomas reais desse mecanismo. No caso atual de pandemia de Covid-19 há pessoas utilizando máscaras que deveriam ser direcionadas aos profissionais de saúde9, suspeitas de que governos tenham demorado a reportar a magnitude do contágio10, ações governamentais prejudicando outros países para benefício próprio11 e preços sendo elevados injustamente para obter maximizar o lucro12.

Assim, a preparação da resiliência operacional e da capacidade financeira para suportar períodos de estresse também envolve simular que a gestão da crise pelos outros pode trazer impactos exógenos antes inesperados. Se o caos não é uma opção, não se deve ficar à mercê da política púbica implementada, manter como premissa que os parceiros ou contrapartes comerciais honrarão seus compromissos, que seguramente haverá crédito disponível caso seja necessário ou que os colaboradores chave continuarão disponíveis. Os exemplos acima podem ser vistos como muito improváveis, porém se o caos não é uma opção, precisam ser considerados. A arte do gerenciamento de riscos e de continuidade de negócios é justamente evitar surpresas, mas, caso riscos se materializem, significa também estar preparado para lidar com eles da melhor forma possível. Vento a favor é bom, mas é preciso ajustar as velas de acordo com as mudanças e até mesmo saber a hora de abaixá-las, visando preservar o todo durante a crise, para depois subi-las novamente com sucesso.

Lições Aprendidas com a Crise do Covid-19

A única forma de não correr riscos é não se expor a eles, o que normalmente inibe as possibilidades de ação. Correr riscos não deve ser visto como um problema, mas sim a falha em seu gerenciamento. Gestão de Riscos implica em custos adicionais, bem como pode restringir o leque de opções ou na agilidade da tomada de decisão, porém é primordial para garantir a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Se o caos não é uma opção, uma fração da rentabilidade precisa ser sacrificada no curto prazo para reduzir a volatilidade de resultados no médio e longo. Prejuízo pode ser revertido, porém cenários críticos podem ser irreversíveis13. Para o caos deixar de ser uma opção, ações concretas precisam ser implementadas e sustentadas ao longo do tempo e para isso é necessário incorporar a cultura de gestão de riscos a partir da administração, bem como contratar pessoas capacitadas e principalmente realizar investimentos em tecnologias para garantir seu alcance, eficiência e eficácia, entregando bons resultados.

Estar preparado para grandes crises pode significar não só a sobrevivência, mas também ser capaz de aproveitar oportunidades únicas. A queda generalizada no preço dos ativos está acontecendo e quem tem recursos disponíveis pode transformar a crise em oportunidade14.

*João Libanori é GRC Methodology Supervisor da Bravo GRC.

Fontes:

1 – Hospitais de Campanha na Cidade de São Paulo https://veja.abril.com.br/brasil/maior-hospital-de-campanha-em-sao-paulo-comeca-a-receber-pacientes/

2 – US CDC Strategic National Stockpile https://www.centerforhealthsecurity.org/resources/COVID-19/COVID-19-fact-sheets/200214-VentilatorAvailability-factsheet.pdf

3 – Procedimentos de Isolamento Social utilizados nos EUA https://www.nytimes.com/2020/03/29/us/politics/trump-coronavirus-guidelines.html

4 – Livro “Antifragile: Things that Gain from Disorder; Nassim Taleb https://www.amazon.com.br/Antifragile-Things-That-Gain-Disorder/dp/0812979680

5 – Fundo de Investimentos Universa obtém retorno de 3.600% em março/2020 https://www.bloomberg.com/news/articles/2020-04-08/taleb-advised-universa-tail-risk-fund-returned-3-600-in-march

6 – Ambev realiza doação de 50 mil frascos de álcool gel para saúde no Distrito Federal https://jornaldebrasilia.com.br/cidades/ambev-faz-doacao-de-mais-de-50-mil-frascos-de-alcool-em-gel-para-saude-do-df/

7 – Termo cunhado por Garret Hardin sobre os mecanismos elaborados por Ronald Coase. Bibliografia: The Tragedy of the Commons; Garret Hardin; Science, Vol 162 no 3859 Dec 13, 1968 p. 1243-1248.

8 – Bibliografia: The Problem of Social Cost; R. H. Coase; Journal of Law and Economics, Vol. 3, Oct., 1960 (Oct., 1960), pp. 1-44

9 – Máscaras Cirúrgicas e N-95 devem ser utilizadas apenas por profissionais de saúde https://www.cnbc.com/2020/04/02/should-you-wear-a-face-mask-to-prevent-covid-19-doctors-weigh-in.html]

10 – Suspeitas da comunidade de inteligência dos EUA sobre China ter ocultado a extensão do surto de COVID 19 https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/04/01/china-ocultou-a-extensao-do-surto-de-coronavirus-diz-inteligencia-dos-eua.htm

11 – EUA interviram na compra de equipamentos na China por outros países https://www.theguardian.com/world/2020/apr/02/global-battle-coronavirus-equipment-masks-tests

12 – Amazon toma medidas para evitar preços abusivos em seu marketplace https://www.theverge.com/2020/3/11/21175719/amazon-restricts-sale-face-masks-hand-sanitizer-coronavirus-price-gouging

13 – Apenas 1% das empresas saem da Recuperação Judicial, segundo OAB-RJ https://oab-rj.jusbrasil.com.br/noticias/111936478/so-1-das-empresas-sai-da-recuperacao-judicial-no-brasil14 – Empresas Chinesas estão se preparando para fusões e aquisições (M&A) na Europa e nos EUA https://www.bloomberg.com/news/articles/2020-04-07/china-s-corporates-are-gearing-up-in-europe-for-m-a-bargains

Bravo GRC adere ao Movimento #NãoDemita

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São Paulo – 15 de abril de 2.020 – A Bravo GRC aderiu ao movimento #NãoDemita. “Neste momento de incertezas, precisamos juntar esforços e pensar em soluções objetivas para minimizar os impactos da pandemia causada pelo Covid-19 (novo Coronavírus). Temos que pensar no hoje e no amanhã, e nosso time é parte indissociável desse processo. Ao invés de demitir, estamos admitindo. Juntos, somos mais fortes!”, afirmou o CEO e fundador, Claudinei Elias.

Criado por um grupo de empresas brasileiras, o movimento tem por objetivo sensibilizar os empresários a não realizarem demissões durante o período de combate ao Covid-19.

Mais informações no site: https://www.naodemita.com/

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

www.bravogrc.com

Mais informações para a Imprensa:

Bruno Soares – Coordenador de Marketing e Comunicação da Bravo GRC

E-mail – bruno.soares@bravogrc.com

Telefone – (11) 2991-8000 ex. 107

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Bravo GRC adota protocolo de Gestão de Continuidade de Negócios (GCN) em função do Covid-19

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Colaboradores da empresa estão trabalhando em regime de Home Office. Reuniões e suporte são realizados remotamente por tempo indeterminado

São Paulo, 17 de março de 2020 – A Bravo GRC adotou protocolos de Gestão de Continuidade de Negócios (GCN) para garantir a segurança e o bem-estar dos colaboradores e, também, de seus clientes, fornecedores, prospects e demais stakeholders. A companhia, em linha com as recomendações dos órgãos públicos de saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS), realiza desde segunda-feira (16) todas as suas reuniões e o seu suporte de forma remota. E os colaboradores foram liberados para trabalhar em regime de home office.

A decisão tem por objetivo colaborar no combate a proliferação do Covid-19 (coronavírus). O modelo de arquitetura da empresa foi projetado para operar sem interrupções de serviço e todas as medidas foram tomadas para garantir a eficácia da nossa força de trabalho remota.

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

www.bravogrc.com

Mais informações para a Imprensa:

Bruno Soares – Coordenador de Marketing e Comunicação da Bravo GRC

E-mail – bruno.soares@bravogrc.com

Telefone – (11) 2991-8000 ex. 107

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Coronavírus – SAI Global, parceira estratégica da Bravo GRC, elenca prática de Gestão de Continuidade de Negócios (GCN)

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São Paulo, 10 de março de 2020 – Com o surto de coronavírus, muitas empresas estão revendo suas práticas de negócios para se adaptarem a possíveis problemas envolvendo a contaminação de funcionários, impacto na cadeia produtiva e outros aspectos. A SAI Global, líder mundial em solução de gerenciamento de risco e parceira estratégica da Bravo GRC para o Brasil e demais países da América Latina, elencou uma série de cuidados e parâmetros para as empresas se prepararem. Confira o artigo assinado por James Green, diretor do Departamento de Serviços de Consultoria de Riscos da SAI Global:

Como Preparar sua Empresa para um Surto de Coronavírus

James Green (publicado originalmente no dia 27 de fevereiro de 2020)

Com o aumento da preocupação global a respeito de um surto “inevitável” de coronavírus (COVID-19), as empresas enfrentam vários desafios de respostas rápidas que vão desde saúde e bem-estar dos funcionários a cadeias de suprimento interrompidas. A SAI Global orienta a tomada de medidas para preparar e implementar um plano de continuidade de negócios.

Considerando as variáveis desconhecidas a respeito do último surto de coronavírus, muitas empresas em todo o mundo precisam avaliar sua prontidão para o possível impacto que ele poderá ter sobre suas operações, sua cadeia de suprimento e o bem-estar dos funcionários.

Agora, ao investir no desenvolvimento, na implementação e na manutenção de um programa de gestão de continuidade de negócios (GCN), as empresas podem fornecer a abordagem mais efetivas para restaurar e retomar funções e processos importantes e essenciais. E, o mais importante, oferecer uma camada de proteção para seus ativos mais importantes: pessoas, informações, fluxo de caixa e reputação.

Vamos analisar a forma de proteger adequadamente sua empresa. 

  1. Tempo é tudo

Como as autoridades alertam que o surto do vírus COVID-19 começa a se alastrar em todo o mundo, as empresas podem se preparar ativamente para seu impacto. Criar um programa de GCN aumenta a velocidade de recuperação, possibilitando que você foque em aspectos críticos. É muito mais fácil se recuperar de uma crise seguindo um plano completo, em vez de tentar estabelecer tudo de uma só vez.

Resposta à pandemia

Faça uma lista dos tipos de interrupções que podem surgir. Por exemplo, caso seu negócio dependa fortemente de fornecedores externos, você precisa buscar fontes alternativas?

Seus prestadores de serviços ou os prestadores de serviços de seus prestadores de serviços atuam nas regiões infectadas? Em caso afirmativo:

  • Identifique os impactos operacionais e sobre sua receita desde possíveis interrupções a principais fornecedores e prestadores de serviços.
  • Considere a viabilidade de terceirizar produtos, ingredientes e componentes de fornecedores alternativos.
  • Caso você saiba que será afetado daqui a três meses (ou até mais), você deve reduzir sua produção ou saída AGORA.
  • Você consegue postergar as remessas para clientes de forma viável?

Capacidades de trabalho a distância

Sua infraestrutura de TI pode já conseguir lidar com uma base de trabalho à distância de 100 funcionários, mas imagine mil funcionários trabalhando à distância. Você conta com largura de banda e licenças de VPN para possibilitar que seus funcionários trabalhem de forma produtiva? Faça a você mesmo a seguinte pergunta:

  • Seus funcionários podem trabalhar à distância?
  • Eles têm notebooks, equipamentos de telecomunicação ou capacidades de banda larga boas?
  • Como você tem aplicado suas políticas de privacidade de dados para que elas estejam em linha com os regulamentos governamentais?

2. Mantenha seus funcionários em segurança, informados e preparados

Seus funcionários são seu ativo mais importante. Em primeiro lugar, é fundamental que todo funcionário saiba o que fazer, seja em termos de bem-estar pessoal ou dos que estão ao seu redor. Sem orientação, treinamento e linhas de comunicação abertas adequados, seu local de trabalho pode estar suscetível a histeria e pânico.

Como já vimos, esse último surto de coronavírus está cercado de mitos e informações equivocadas; buscar as informações corretas e verificar sua confiabilidade é vital. Então, garanta que sua mensagem para seu quadro de funcionários rompa teorias de conspiração e informações imprecisas.

Apoio à saúde e ao bem-estar de seus funcionários

Crie um plano de comunicação interna – o plano também deve fazer parte de seu plano de comunicação para gestão de crises. Nele, você deve identificar mensagens importantes e simples, um processo confiável e as formas de fornecer atualizações contínuas e obter um feedback dos funcionários.

Destaque as medidas tomadas pela empresa com relação a seus funcionários.

  • Resuma as políticas da empresa – descreva a cobertura de planos de saúde, preventiva e de tratamento; assiduidade, incluindo folga remunerada; continuidade da folha de pagamento; viagens; e reuniões de grupo.
  • Descreva o possível impacto de um surto sobre suas operações, serviços, viagens, cadeias de suprimento, negócios, receitas, etc., para que os funcionários possam se planejar adequadamente.
  • Crie uma supervisão de comunicação e gestão adicional a ser implementada em ambientes de trabalho onde a transmissão de doenças respiratórias geralmente é mais prevalente.
  • Forneça um resumo ou análise de seu plano atual de preparação para enfrentamento de pandemia.
  • Certifique-se de disponibilizar com frequência lembretes da existência de Programas de Assistência a Funcionários para suporte emocional.
  • Utilize vários canais para transmitir informações que estejam em linha com as recomendações de saúde pública sobre a prevenção de surto de doença infecciosa a seus funcionários, bem como ações de higiene e prudentes.
  • Acompanhe a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e relatórios e atualizações de órgãos de saúde locais.

Revise e prepare uma estratégia de trabalho a distância para as áreas de seu negócio que podem manter práticas de telecomunicação.

  • Isso inclui acesso a componentes e comunicações de tecnologia essenciais entre os funcionários.
  • Articule claramente os procedimentos e as expectativas que os funcionários devem seguir.

Estabeleça políticas e práticas para limitar reuniões presenciais e viagens em momentos em que há alto nível de risco.

Certifique-se de ter um registro de ausência consistente, pois altos níveis de ausência podem acionar algumas ações do PCN.

Implemente ações adicionais em linha com as práticas de saúde ocupacional e saúde pública conforme surgirem.

3. Mantendo-se presente

Um componente importante de qualquer plano é a comunicação. É realmente difícil manter as coisas funcionando adequadamente sem comunicação. É essencial estabelecer canais de comunicação que possam ser mantidos independentemente do que haja. Você deve conseguir agir de forma imediata, precisa e confiante. 

Vários públicos diferentes devem ser alcançados com informações específicas a seus interesses e necessidades. Afinal, a imagem do negócio pode ser afetada positiva ou negativamente pelas percepções públicas de como qualquer situação de crise é gerenciada por suas empresas, sem falar no medo causado à saúde pública pelo coronavírus.

Ao determinar quem, quando e que tipo de comunicação utilizar, um plano sólido ajudará na gestão do fluxo das comunicações e a garantir que a comunicação certa alcance as pessoas exatas no momento oportuno.

4. Teste: Comece a praticar agora

Lembre-se que conscientização e prontidão são essenciais para a resiliência do negócio; então, agora que seu programa de GCN foi implementado e sua equipe foi treinada, é hora de agir. 

Por exemplo, caso sua equipe ainda não tenha a flexibilidade de trabalhar à distância, comece agora. É difícil saber exatamente onde estarão os pontos problemáticos. Então, comece a praticar agora para saber quais sistemas e processos você precisa implementar.

Trabalhe com seu Departamento de RH para analisar, testar e atualizar seus planos contra um cenário real de pandemia. Crie diversos cenários para seus funcionários a fim de testar suas habilidades, realizar exercícios relevantes, identificar falhas nos planos e treinar as funções e responsabilidades da equipe. Invariavelmente, você pode encontrar coisas a melhorar; você pode até ter ideias de como melhorar suas operações diárias. 

5. Recuperação

Uma das primeiras coisas a fazer é analisar a sua situação. Com seus dados já protegidos e armazenados em nuvem e seus funcionários mantendo uma produtividade segura a partir de seus dispositivos móveis, você pode começar a analisar a resiliência operacional; como você restaurará as operações com sucesso? 

Sobreviver a uma crise de pandemia ou a qualquer dificuldade pode resultar também em uma grande quantidade de novas oportunidades. Entre em contato com seus fornecedores e prestadores de serviços e renegocie contratos favoráveis. Esteja aberto e aceite novos empreendimentos, adaptando-os e tornando-os sua vantagem para manter-se sólido e com foco no futuro.

É difícil prever o futuro e quais oportunidades e desafios poderão surgir em seu caminho, mas é compensador estar preparado para uma possível pandemia. Afinal, preparar-se para qualquer evento não é tão difícil quanto agir de forma tardia.

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Recursos adicionais

  • Plano de Continuidade de Negócios acerca do COVID-19. 
  • COVID-19: Orientações de Saúde, Higiene e Bem-Estar.
  • Ameaça de Doença Infecciosa: Lista de Verificação para Fornecedores/Terceiros.

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Plano de continuidade de negócios acerca do COVID-19

(Inclui, entre outros, o que segue:)

  • Qual é a designação de operações e planos essenciais para transferir a equipe de funções não essenciais, caso a ausência de funcionários seja uma ameaça?
  • Obtenha a confirmação da cadeia de comando e substitutos para líderes e funções críticas.
  • Analise se sua infraestrutura de TI consegue suportar um aumento no trabalho a distância e gerencie qualquer carga que poderá ser adicionada à tecnologia voltada ao cliente ou de entrega de serviços.
  • Isso inclui um aumento no uso do software de vídeo ou telefonia digital e um aumento no uso de aplicativos de Intranet pelos Funcionários para publicações da empresa.
  • Crie um plano de comunicações internas para garantir que o plano de continuidade de negócios (PCN), atualizações e mudanças possam ser transmitidos em tempo real para aqueles que precisam tomar conhecimento de informações específicas, aqueles que precisam praticar novas ações, e garantir que as informações sejam recebidas e as ações sejam praticas, conforme adequado.
  • Certifique-se de ter vários níveis redução de pessoal, em caso de falha crítica no sistema.
  • Avalie o nível de risco de quaisquer prestadores de serviços ou outros terceiros dos quais sua empresa depende e obter a confirmação de prestadores de serviços críticos de que eles têm um PCN robusto e que podem implementá-lo conforme necessário.
  • Acompanhe as divulgações da Organização Mundial de Saúde (OMS) ou do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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COVID-19: Orientações de Saúde, Higiene e Bem-Estar

  • Lave as mãos frequentemente com álcool em gel ou água e sabão.
  • Ao tossir e espirrar, cubra a boca e nariz com um lenço de papel ou a manga da sua blusa (não com suas mãos); jogue o papel fora imediatamente e lave suas mãos.
  • Evite contato próximo com pessoas que estejam com febre e tossindo.
  • Se você estiver com febre, tossindo e com dificuldades respiratórias, procure assistência médica imediatamente e compartilhe seu histórico de viagem com seu médico.
  • Limpe e desinfete objetos e superfícies com frequência.
  • Não toque seus olhos, nariz ou boca se suas mãos não estiverem limpas.
  • Em caso de preocupação com os sintomas, entre em contato com seu médico.

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Ameaça de Doença Infecciosa: Lista de Verificação para Fornecedores/Terceiros

  • Na hipótese de surto, o fornecedor tem planos documentados de Continuidade de Negócios e/ou Recuperação de Desastres para TI?
  • Os planos do fornecedor identificam os processos comerciais essenciais e sua prioridade de recuperação?
  • O fornecedor leva em consideração prazos previstos para o surto e está, portanto, preparado?
  • Caso os processos comerciais essenciais sejam afetados, quais são eles e qual é o prazo de recuperação esperado?
  • Os planos do fornecedor abordam absentismo da equipe essencial por um longo período de tempo?
  • Os planos do fornecedor abordam interdependências internas e externas da empresa?
  • Os planos abordam todos os locais a partir dos quais o fornecedor presta serviços para sua empresa?
  • Onde é a unidade de TI principal do fornecedor ou seu centro de processamento de dados – no mesmo prédio ou complexo comercial ocupado por seu negócio principal ou sua equipe operacional?
  • O fornecedor tem outros escritórios que podem – ou poderiam – fornecer os produtos ou serviços atualmente utilizados por nossa empresa?

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Saiba mais sobre a tecnologia de continuidade de negócios da SAI Global que corrobora as avaliações de impacto comercial, gestão de crise, recuperação de desastres e planejamento de resiliência.

Sobre o Autor

James Green é Diretor do Departamento de Serviços de Consultoria de Riscos da SAI Global. Apaixonado por segurança de vida, James ajuda a equipe C-Suite a entender a importância da continuidade de negócios não somente durante uma emergência, mas como parte integrante das operações diárias. Ele trabalhou em eventos de risco em todo o mundo, incluindo a agitação civil no Egito durante a Primavera Árabe, em viagens e na proteção de executivos na orla do Pacífico e nos efeitos de tornados destrutivos em Oklahoma.

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

www.bravogrc.com

Quer saber mais sobre a Bravo GRC?

Mande um e-mail para nós:

claudinei.elias@bravogrc.com

Claudinei Elias

CEO e Fundador

Mais informações para a Imprensa:

Bruno Soares – Coordenador de Marketing e Comunicação da Bravo GRC

E-mail – bruno.soares@bravogrc.com

Telefone – (11) 2991-8000 ex. 107

Bravo GRC lança no mercado Risk Response

By BlogNo Comments

Produto tem excelente custo-benefício e traz o grande diferencial de ser totalmente escalável e acoplado à estrutura do BWise.

São Paulo, 10 de março de 2020 – A Bravo GRC sempre se antecipa às tendências de mercado. Depois de lançar uma vertical focada em analytics, a Bravo Discovery, e a primeira inteligência artificial com foco em Governança, Riscos e Compliance, a AILA, a companhia criou e apresenta uma solução orientada à Resposta ao Risco, o Risk Response.

“Identificamos que, independentemente, da complexidade da área de interesse, metodologia, tamanho da empresa ou equipes, tudo resulta na necessidade de acompanhamento e plano de ação. Concluímos que esse seria um primeiro e importante passo para ter uma governança mais estruturada nas áreas de controle, possibilitando assim um argumento e tempestividade nas ações”, afirmou Thiago Labliuk, COO & Principal of Innovation da Bravo GRC. 

Dentro da metodologia de riscos, dividida em Identificação, Avaliação, Resposta, Monitoramento e Relatório (Reporte), o Risk Response oferece para as empresas a possibilidade de acompanhar a vulnerabilidade e a exposição aos riscos, com planos de ação efetivos.

Diferencial

O Risk Response recebeu otimização para ter foco total na Gestão de Issues e em Plano de Ação, e tem aderência para pequenas, médias e grandes empresas. É ainda de fácil utilização e possui ativação rápida.

O principal ganho para as empresas é a maior organização dos apontamentos dos planos de ação, o controle assertivo dos vencimentos, o acompanhamento das situações de riscos, a melhora no gerenciamento e ainda a possibilidade de prorrogar os prazos de ações.

Seu maior diferencial de mercado é o fato de ser acoplado à estrutura do BWise e totalmente escalável. “Percebemos, a cada dia, as necessidades do mundo do GRC. Esta é uma solução perfeita às companhias de todos os segmentos e tamanhos”, apontou Claudinei Elias, CEO e fundador da Bravo GRC.

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

Sobre a Bravo Discovery

Focada em otimizar os dados externos e internos dos clientes, a Bravo Discovery, nova vertical da Bravo GRC, é uma evolução que segue uma tendência mundial e representa uma nova oportunidade para atuais e futuros clientes da companhia. Mais do que saber e entender os conceitos, a Bravo Discovery chega em um momento em que as companhias precisam não só ter os dados, mas entendê-los e saber como usá-los.

Conheça AILA, a Inteligência Artificial da Bravo GRC

By BlogNo Comments

Ela nasce para ajudar a confrontar a visão dos gestores na identificação de riscos, tendências e busca autônoma de ações de contorno junto aos responsáveis das áreas.

Legenda (da esquerda para direita) – Claudinei Elias, CEO da Bravo GRC, e Thiago Labliuk, COO & Principal Innovation, comemoram a chegada da AILA ao mercado (Crédito: Jaime Lopes)

Com o objetivo de provocar a descoberta de novos insights – muitas vezes escondidos dentro de uma abordagem enviesada e com gargalos manuais das áreas de Riscos, Auditoria, Controles, Cyber e Compliance – e agregar valor a dados colaborativos de uma ferramenta GRC, a Bravo GRC apresenta ao mercado a AILA (Artificial Intelligence = Augmented Learning), sua Inteligência Artificial.

Capitaneada pelo CEO e Fundador da Bravo GRC, Claudinei Elias, e idealizada pelo COO & Principal of Innovation, Thiago Labliuk, com design gráfico criado por Jaime Lopes, analista de Marketing da Bravo GRC, a AILA é uma aliada independente para o monitoramento contínuo dos ambientes de controles e riscos.

AILA nasce com uma série de parâmetros para ajudar a confrontar a visão dos gestores na identificação de riscos, tendências e busca autônoma de ações de contorno junto aos responsáveis. “Ela promove o canal de convergência para o compartilhamento de conhecimento e insights em todas as áreas de controle. Além do apoio na gestão de Riscos e Compliance, a AILA traz conteúdos acadêmicos ou modelos providos pela Bravo Discovery e pela Bravo GRC”, explica Labliuk.

Segundo ele, atualmente os métodos de aprendizado e tomada de decisão precisam e podem ser conectados à linguagem executiva para gestão de riscos. “Hoje, os mecanismos quantitativos de AI estão mais acessíveis e maduros para larga utilização. Com a AILA, além de tais métodos, temos critérios de aprendizado que contam com as conexões que a Bravo GRC vem desenvolvendo”.

Para Claudinei Elias, a AILA representa uma evolução da Bravo GRC rumo à criação de um ecossistema único. “Somos comprometidos com a excelência e com a transformação digital. A AILA representa uma evolução da Bravo GRC, uma consequência de toda a experiência acumulada que temos”, completou Elias, reiterando que a AI da Bravo GRC conta com a expertise de um time com maturidade digital elevada.

A AILA chega com o propósito de ser transformadora para levar as áreas de GRC das empresas a um novo patamar, com controle dos riscos e governança corporativa efetiva, sem perder o olhar do Compliance.

Sobre a Bravo GRC

A tecnologia impulsiona a evolução de negócios e de mercados. Para a Bravo GRC, isso não é só um discurso. Criada há mais de quinze anos, a companhia entende que somente empresas preparadas podem gerar mais conexões, enxergar novas perspectivas e lidar com o compartilhamento de informações de forma segura e confiável, o que deve ser implementado por pessoas que enxergam além da simples resolução de problemas. A Bravo GRC tem a gestão inteligente no seu DNA. Atenta às particularidades de cada negócio, a empresa cria novas práticas de gestão e redefine culturas. Junto aos clientes, vivência jornadas que atualizam formas de trabalho e superam quaisquer expectativas: tudo para transformar negócios do mundo de hoje e do amanhã. Ao consolidar e transformar o ecossistema de GRC, aplicações que cobrem todo o espectro de riscos, a Bravo GRC conecta sistemas inteligentes, desde IOT até a utilização de deep learning. O grande valor da companhia, no entanto, está na interação entre tecnologia e humano, em busca de uma transformação cultural e da concretização da performance com princípios.

Mais informações: www.bravogrc.com

#somosbravogrc

Sobre a Bravo Discovery

Focada em otimizar os dados externos e internos dos clientes, a Bravo Discovery, nova vertical da Bravo GRC, é uma evolução que segue uma tendência mundial e representa uma nova oportunidade para atuais e futuros clientes da companhia. Mais do que saber e entender os conceitos, a Bravo Discovery chega em um momento em que as companhias precisam não só ter os dados, mas entendê-los e saber como usá-los.

Bravo foca em inteligência artificial

By Sala de imprensaNo Comments

Após a criação da Bravo Discovery – focada em Data Analytics – a Bravo GRC dá mais um passo em sua estratégia de negócios orientada para a transformação digital. A partir de março, a sua Inteligência Artificial será lançada no mercado: a Aila. Será a primeira IA orientada exclusivamente para governança, risco e compliance (GRC). Capitaneada pelo CEO e fundador da Bravo GRC, Claudinei Elias, e pelo COO Thiago Labliuk, a Aila terá uma série de parâmetros para ajudar a confrontar a visão dos gestores na identificação de riscos, tendências e busca autônoma de ações de contorno junto aos responsáveis. Atualmente, os métodos de aprendizado e tomada de decisão precisam e podem ser conectados à linguagem executiva para gestão de riscos.

(Nota publicada na edição 1158 da Revista Dinheiro)

Fonte