Bravo GRC é a mais nova integrante do Pacto Global e também passa a incorporar Selo Tesouro Verde 

Bravo GRC

Cada vez mais dentro das normas de ESG, 41% dos entrevistados em pesquisa da Nielsen escolhem um produto de acordo com a responsabilidade da empresa perante à comunidade

São Paulo, junho de 2022 – Os assuntos sobre ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) não deixaram de ser discutidos, mas passaram a ser percebidos de uma outra maneira: mais efetivos, mais orgânicos e mais criteriosos. De acordo com informações divulgadas pela agência de pesquisa Union + Webster, em 2019, 87% dos brasileiros preferem comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis. Anos antes, a preocupação com a responsabilidade social já vinha ganhando destaque: um estudo realizado pela Nielsen — Global de Responsabilidade Social Corporativa — revelou que 41% da média global escolhe um produto de acordo com a responsabilidade da empresa perante à comunidade.

Pensando assim, a Bravo GRC passa a incorporar o Selo Sustentabilidade Tesouro Verde, um certificado capaz de rastrear a área preservada à pegada ambiental da própria companhia, e assim remunerar a comunidade local das áreas preservadas pela conservação.

Essa solução tecnológica, uma das 18 selecionadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) como iniciativa de solução para a mudança climática durante a COP-26, é fornecida pelo Grupo BMV (Brasil Mata Viva), para que as empresas se adequem aos critérios do ESG. O Selo dispõe de QR code, ferramenta utilizada em produtos e na comunicação da empresa, e blockchain, o que demonstra a rastreabilidade de sua atitude de responsabilidade socioambiental positiva de forma transparente e inovadora. Além da garantia de estar dentro do padrão ESG, o selo possui estratégias de impacto positivo, como reserva de valor, transparência e rastreabilidade. Agora, também faz parte do serviço de Consultoria ESG da Bravo, o que permitirá que todos os seus clientes estejam sempre se adequando às exigências de mercado para obtenção do selo (ex. conservação de carbono estocado – emissões evitadas, área de produção apoiada etc).

Ademais, a Bravo também vincula-se agora como a mais nova integrante da Rede Brasil do Pacto Global, iniciativa da ONU para mobilizar a comunidade empresarial na adoção e promoção, em suas práticas de negócios, de Dez Princípios Universalmente Aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. Com a criação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o Pacto Global também assumiu a missão de engajar o setor privado nesta nova agenda. Além disso, toda empresa que integra a rede se compromete anualmente a reportar seus avanços nesse sentido, o que reforça a responsabilidade, envolvimento e engajamento da Bravo GRC. Criado em 2000, ele foi idealizado pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e dá aos membros acesso a ferramentas que contribuirão para ampliar o envolvimento da empresa com os temas de sustentabilidade e com as discussões na área. 

Também possibilita a participação em programas locais e internacionais, dentre os quais os grupos temáticos que conduzem projetos nas áreas de Água, Alimentos e Agricultura, Anticorrupção, Direitos Humanos e Trabalho, Energia e Clima e ODS. Com mais de 17 mil participantes em quase 170 países, a iniciativa conta com mais de 1.300 membros no Brasil, país que possui a terceira maior rede no mundo.

Para Claudinei Elias, CEO e fundador da Bravo GRC, alinhar a empresa com as duas frentes — Selo Tesouro Verde e Pacto Global — só demonstra o caminho da organização em adotar de forma legítima o ESG e se amplificar. “Temos que garantir que a nossa própria empresa corresponda e lidere as transformações que o mundo pede. É de responsabilidade de todos os setores da economia, por exemplo, estar atento às questões que influenciam o futuro dos negócios: a gestão dos riscos ESG, como emissão de carbono dos centros de dados e questões de privacidade e segurança para os clientes. Esses são exemplos de maximização de receitas e um incentivo a mais para que investidores considerem uma tese de investimento”, ressalta Claudinei.

O déficit de áreas de conservação em relação ao estabelecido pelo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012) produz efeitos não apenas sobre a biodiversidade, mas também sobre as cidades e as regiões produtivas. Por isso, o próprio Código Florestal prevê a utilização de CRA como instrumento de compensação do déficit de reserva legal, desde que seguindo as regras estabelecidas em seu documento. 

Com a implantação desse mecanismo, a inovação em termos de modelos de negócios que utilizem a conservação e/ou recuperação de áreas florestais como ativos tende a aumentar a atratividade financeira dessas áreas, especialmente para arranjos com diversificação de receitas. Assim, a certificação do selo Tesouro Verde inclui UCS (unidade de medição dos serviços ecossistêmicos) no PIB.

É uma oportunidade não só pelo âmbito sustentável como pelo financeiro, por meio de  tecnologia e com soluções voltadas para a inovação na gestão dos negócios. Com a integração ao Pacto Global, a Bravo se compromete a reportar anualmente o progresso em relação aos 10 princípios. “Queremos que as pessoas visualizem o ESG como algo natural e não simbólico, e só estimulando as práticas de sustentabilidade de fato que conseguimos fazer isso acontecer e gerar impacto genuíno”, finaliza Claudinei.


*Pesquisa da Union + Webster (agência de pesquisa norte-americana) realizada em 2019.
**Estudo Nielsen (multinacional americana de pesquisas, que realiza levantamentos sobre hábitos de consumo junto a consumidores em mais de 100 países) – Global de Responsabilidade Social Corporativa – 1º trimestre de 2015.  

Sobre o Grupo BMV 

O BMV é um grupo de empresas que desenvolve soluções para o mercado ESG e divide suas operações em três núcleos de negócios: 

– A AGTech, que atua na certificação de áreas e originação de UCS. É nela que está centrada a metodologia desenvolvida pelo Grupo BMV; 

– A fintech Akses, que faz a gestão das UCS. Os proprietários dessas moedas verdes têm acesso às suas carteiras digitais. Essa estrutura se relaciona com bolsas, bancos, fundos e exchanges para distribuição de UCS no mercado; 

 - ESGTech, através da metodologia e da tecnologia, a plataforma entrega ESG no formato de certificação. Isso é possível para empresas que investem em UCS para adquirir o Selo Sustentabilidade Tesouro Verde. 

A solução é end to end, com registro em blockchain da origem ao consumo das UCS, além de outras camadas de segurança. Para trazer ainda mais segurança ao processo há auditorias externas em cada uma das verticais em operação, como validação da UNESP, certificação da SGS e Second Opinion da Sitawi.